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NOTÍCIA IL DIVO
APRESENTAÇÃO ESPECIAL PARA A RAINHA
DATA: 2.02.2012
TRADUÇÃO: Regina Vieira

“Il Divo to perform for Queen Elizabeth in May 2012″

“Il Divo se apresentará para a

Rainha Elizabeth em Maio de 2012”

SUSAN Boyle faces the gig of her life — after being booked to sing for the Queen at a Diamond Jubilee extravaganza.

Susan Boyle enfrenta a exibição da sua vida – depois de ser confirmada para cantar para a Rainha no Diamond Jubilee extravaganza.

The Britain’s Got Talent runner-up will be joined by singers Katherine Jenkins, Il Divo and Michael Buble, as well as hundreds of horses and riders.

A juiza do Britânico show de talentos estará junto de cantores como Katherine Jenkins, Il Divo e Michael Buble, assim com centenas de cavalos e cavaleiros

The May show, called The World Comes To Windsor, will be screened on ITV.

O show de Maio, chamado The World comes to Windsor (O mundo bem para Windsor), será televisionado na ITV.

A source said: “This show will be a major highlight of the Queen’s Diamond Jubilee celebrations. Susan is a huge global star and it’s a great booking for such a prestigious event.”

A fonte diz: “ Este show será o de maior importância nas comemorações do Queen’s Diamond Jubilee. Susan é uma grande estrela global e grande convidada para este evento de prestígio”

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É para suspirar por uma semana! Há cerca de duas horas, David Miller publicou em seu Twitter uma foto do sol nascendo, visto de São Paulo, Brasil, de dentro do aeroporto onde eles fizeram uma conexão para chegar ao Paraguai. A passagem pelo nosso país foi citada por Sébastien Izambard ontem, no Facebook também.

O show no Paraguai será realizado amanhã e traremos todas as novidades para vocês!

Acompanhem também no Twitter Il Divo Brasil e na página do Liberté no Facebook.

Uma linda semana a todos!

Lizzie*

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Oi, pessoal! Estou numa correria tremenda, fazendo as últimas provas semestrais. São mais duas, dois seminários e FÉRIAS! E aí vou colocar tudo em dia por aqui.

Novidade, novidade meeeeeeesmo é o show do Il Divo no Paraguai, anunciado no final da semana passada. A produção do grupo não confirmou ainda a informação, mas várias reportagens foram veiculadas na imprensa local. O concerto será oferecido gratuitamente ao público e, é claro, o investimento nessa atração internacional tão notável gerou protestos contra a contratação nas circunstâncias que vocês poderão conferir nos vários links abaixos.

Acompanhem:

ABC ESPECTÁCULOS – IL DIVO DARÁ CONCIERTO GRATUITO NO PARAGUAI

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LA NACION – Il DIVO JUNTO DE ESTRELLAS NACIONALES, EN DECIEMBRE

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RÁDIO 780 AM – DIRECTORA DEL CABILDO CONFIRMA QUE EL GRUPO IL DIVO SERÁ FINANCIADO POR ITAIPÚ BINACIONAL

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ULTIMA HORA – EL AÑO DEL BICENTENÁRIO SE DESPIDE CON UN CONCIERTO GRATUTIO DE IL DIVO

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ABC DIGITAL – IL DIVO COBRARÁ 250.000 DÓLARES

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No mês de outubro, tivemos também Urs Buhler, Carlos Marin e Sébastien Izambard na série “Spotligh” postada pela produção do grupo Il Divo.

Vou postar todas as partes de cada um dos meninos por vez. Segue agora a série com Sébastien. FOFÍSSIMO!

LEIA DAVID MILLER SPOTLIGHTPartes 1e 2, parte 3 e 4  (com tradução e fotos, no Liberté)

Obrigada Re pela prontidão em passar os textos para português! E obrigada a todos os leitores por compreenderem os momentos conturbados que me impediram de postar antes.

Beijos e divirtam-se!

Lizzie*

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Sebastien Spotlight Pt 1

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Sébastine em Foco – Parte 1

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Por Il Divo, segunda, 10 de outubro de 2011 às 12:59
Tradução: Regina Vieira

In common with Urs, David and Carlos, Sebastien’s creative life before Il Divo was one of extraordinary diversity ­ and so it remains. He couldn’t conceive, he says, of resting on his laurels or limiting his horizons; “You need to always question yourself. I don’t mean dwelling on things in a masochistic way. But you have to evolve, and recognise your weaknesses.”

Em comum com Urs, David e Carlos, a vida produtiva de Sébastien antes do Il Divo foi de uma diversidade extraordinária e assim permanece. Ele não poderia conceber, diz ele, de descansar sobre o louros ou limitar seu horizonte; “você tem que sempre se questionar. Eu não digo para exagerar nas coisas de forma masoquista. Mas vôcê tem que evoluir, e reconhecer suas fraquesas”.

In the past 18 months, Sebastien’s life has been a hive of activity ­ but then, it always has been. A tough childhood in Paris taught him to value the important things in life:­ family, friendship, fulfilment. That attitude is reflected in his long-term involvement raising funds for Assistance Medicale Toit de Monde, a charity that gives support to poor children in India and Nepal. Untrained as a musician, Sebastien learnt to play by ear, and is now a talented and respected songwriter, guitarist and pianist.

Nos últimos 18 meses, a vida de Sébastien tem sido um enxame de atividades – mas então, é como sempre tem sido. Uma infância difícil em Paris ensinou-a a valorizar as coisas importantes na vida – família, amizade e realização. Esta atitude tem refletido num envolvimento de longo prazo arrecadando fundos para Assistance Medicale Toit de Monde, uma instituição que dá suporte a crianças carentes na Índia e Nepal. Não instruído como um músico, Sébastien aprendeu a tocar de ouvido, e agora é um talentoso e respeitado compositor, guitarrista e pianista.

For more of Sebastien’s biography visit the official Il Divo website here but in the meantime we can have a look at Sebastien’s musical tastes in Part 1 of this week’s spotlight.

Para saber mais da biografia de Sébastine visite o Site oficial do Il Divo aqui mas enquanto isso nós podemos dar uma olhada nos gostos musicais de Sébastien na Parte 1 no Em Foco desta semana.

Álbum Favorito: Led Zepplin


Canção favorita: Yesterday, Beatles

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Sebastien Spotlight Part 2

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Sébastien Em Foco- Parte 2

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Por Il Divo, terça, 11 de outubro de 2011 às 12:03
Tradução: Regina Vieira

In part 2 of our spotlight on Sebastien we’re tackling technology and food…

Na parte 2 de nosso Em Foco com Sébastien vamos revelar a tecnologia e comida…


Tecnologia favorita: Camera fotográfica Leixa


Comida favorita: Sushi

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Sebastien Spotlight Part 3

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Sébastien Em Foco – Parte 3

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Por Il Divo, quarta, 12 de outubro de 2011 às 12:02
Tradução: Regina Vieira

Part 3 of this week’s spotlight see Sebastien reveal his favourite Movies and the best place to shop in Paris.

A parte 3 do Em Foco com Sébastien desta semana revela seus filmes favoritos e o melhor lugar para compras em Paris.

Filmes Favoritos: In the Mood for Love (Amor á flor da pele) e Life is Beautiful (A vida é bela)

Loja Favorita: L’eclaireur, Paris

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Sebastien Spotlight Part 4

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Sébastien em Foco – Parte 4

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Por Il Divo, quinta, 13 de outubro de 2011 às 13:22
Tradução: Regina Vieira

In today’s spotlight we unearth a guilty pleasure and Sebastien’s favourite sport…

No Em Foco de hoje nós desenterramos um prazer que Sébastien se sente culpado em apreciar e seu esporte favorito

Show de TV favorito: Glee. Eu amo os arranjos da músicas

Esporte favorito: tenis (Nadal)

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Sebastien Spotlight Part 5

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Sébastien em Foco – Parte 5

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Por Il Divo, sexta, 14 de outubro de 2011 às 14:51
Tradução: Regina Vieira

In part 4 of this week’s spotlight we find out Sebastien’s love for French cuisine and his favourite travel destination.

Na parte 5 (está errado acima) do Em Foco com Sébastine nós descobrimos a paixão de Sébastien pela cozinha francesa e seu destino favorito de viagem

Restaurante Favorito: Le Chevre d’or in Eze – Sul da França

Destino de Férias favorito: Phuket, Tailândia

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PROGRAMA LONDON COLISEUM

Da gravação do DVD em Londres, agosto de 2011
Tradução: Regina Vieira
Fonte do material original: Night Wants to Forget

A experiência de fazê-lo (álbum) tem sido inacreditável… Você pode realmente ouvir a evolução, nós parecemos muito mais maduros, mas isto é porque mais do que nunca nós sabemos o que estamos fazendo.”


(…)

No caso de Carlos, a variedade que ele trás ao Il Divo engloba ópera, pop, musical de teatro, atuação e produções de televisão e apresentação.

Apresentação está em seu sangue, diz ele.

A primeira vez que eu estive a frente de um grande número de pessoas foi na Alemanha, onde eu nasci, e eu tinha apenas seis anos, e me apresentei para 800 pessoas. E eu nunca mais parei desde lá”.

Carlos lançou dois álbuns antes de completar 10 anos, e antes de juntar-se ao Il Divo tornou-se uma estrela dos palcos e da televisão muito popular – fato este que somente reforça a impressão que aqui há um artista incomum que tudo que faz, o faz com o coração .

Tão dedicado, de fato, que longe do Il Divo, Carlos está também trabalhando numa nova produção de palco que ele descreve como “velha escola, com dançarinas, grandes números musicais, uma noite de trocas”, o qual ele estrelará com sua ex-esposa, a cantora e atriz Geraldine Larrosa. Para ele, não há nada de estranho em trabalhar com Geraldine. “Nós somos amigos, e sempre seremos”, diz ele. “E ela é tão talentosa, então porque eu não iria querer continuar trabalhando para colaborar com ela?”

(…)

No caso da velha escola, Carlos comporta-se e veste-se como uma estrela do passado, seu terno imaculado e conversa elegante de um cavalheiro. Ele se sente feliz descrito desta forma, vendo sua responsabilidade tanto como um artista do entretenimento como alguém que requer sempre parecer bem visualmente e fazer seu melhor. Para ele não é se auto-anular ou defender seus princípios como tanto outros artistas contemporâneos. “Isso não funciona”, diz Carlos, “é uma paixão”. Você sente que ele quer dizer : por que eu deveria me incomodar com meias medidas? É tudo ou nada.

Não há meio termo.

(…)

LEIA A TRADUÇÃO COMPLETA SOBRE CARLOS MARIN AQUI

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Há algumas semanas a produção do Il Divo tem publicado em seus canais de comunicação oficiais, informações sobre preferências em diversas áreas da vida de cada um dos Il Divo, em quatro capítulos.

O primeiro foi David Miller, a Re traduziu tudo e vou publicar dois a dois. As publicações de Carlos Marin já começaram, e virão na semana que vem aqui para o foco do Liberté, haha, quando ele comemora seu aniversário. Acompanhem:

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FACEBOOK OFICIAL IL DIVO
IL DIVO SPOTLIGHT – David Miller
SETEMBRO DE 2011
TRADUÇÃO: Regina Vieira

David em foco partes 1 e 2

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Primeira parte

Em conversa, o tenor americano David Miller discutirá alegremente sobre os componentes da tonalidade da voz humana ou mesmo as tendência subliminares no trabalho na grande ópera, assim como ele discutirá as razões do por que estar tão orgulhoso do novo álbum do Il Divo.

Isto não sugere que ele é secamente muito analítico, pelo contrário. David tem um senso de humor real, e tira óbvio deleite em vívidas discussões verbais. E ele certamente permanece tão fascinado pelo poder da voz de manifestar emoção quanto quando ele se apresentou pela primeira vez, como um adolescente no Colorado cantando musical de teatro (onde ele a primeira vez se apaixonou pelo canto), ou quando ele estudava/analisava o âmbito harmônico das vozes clássicas durante seus cinco anos no Conservatório de Música de Oberlim em Ohio.

De Oberlim, David gastou a maior parte do tempo fazendo apresentações em produções de ópera pela América do Norte, América do Sul, Europa e Austrália. Alem do que , ele manteve a chama dos musicais de teatro acesa, de certo modo, por estrelar na produção de Baz Luhrman a peça La Boheme na Broadway.

O aperfeiçoamento musical de David fala por si e para ler mais sobre a biográfia de david acesse o site oficial do Il Divo aqui.

Sentados aqui com David nós queremos dar a você uma visão mais clara de seus outros interesses, quer seu filme favorito, show de TV ou destino de férias. Nos próximos dias nós teremos David Em Foco retratanto suas coisas favoritas. Não esquece você pode seguir David diretament no Twitter @ DidoDavidMiller. Para começar David divide seu álbum e esporte favoritos:

Álbum favorito : The wall*

Esporte favorito: Natação*

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Segunda parte

“Não posso viver sem”

Na parte 2 do nosso Em Foco com David, ele revela seu “não posso viver sem” uma peça tecnológica e seu restaurante favorito. Não esqueça de checar amanhã por mais seleções de David.

Tecnologia favorita: Blackberry Torch*

Restaurante Favorito: Sushi Samba 7 ( 87th. Ave. South – Nova York)*

*Fotos no ínicio do post

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PROGRAMA LONDON COLISEUM

Da gravação do DVD em Londres, agosto de 2011
Tradução: Regina Vieira
Fonte do material original: Night Wants to Forget

É, e sempre tem sido tudo sobre as vozes, ou, a voz (dependendo de como você vê isso). A variação de cores que as quatro das nossas vozes tem estado num âmbito muito mais vasto do que uma única voz poderia conseguir sozinha.”

David Miller

Em conversa, o tenor americano David Miller discutirá alegremente sobre os componentes da tonalidade da voz humana ou mesmo as tendência subliminares no trabalho na grande ópera, assim como ele discutirá as razões do por que estar tão orgulhoso do novo álbum do Il Divo. Isto não sugere que ele é secamente muito analítico, pelo contrário. David tem um senso de humor real, e tira óbvio deleite em vívidas discussões verbais.

(…)

O poder comunicativo da voz expressada através da música do Il Divo, é apenas uma das razões, diz David, por que ele ainda está tão absorvido e entusiasmado pelo álbum do quarteto e performances ao vivo. “A voz humana tem um das maiores capacidades de expressão comparada a qualquer outro instrumento ressonante naturalmente conhecido”.

Comentar a respeito da força natural que o Il Divo representa quando suas quatro vozes se unem ou harmonizam em canções e David responderá citando pesquisas dentro do tom das estruturas de trabalho, coisa que ele empreendeu no Conservatório. Alguém pode ver que, quando uma nota é tocada, diz, “o trombone “; ele continua, “é ter cerca de quatro ou cinco tons secundários claros (quando analisamos a espectrografia harmônica). “A voz humana, por outro lado, tem literalmente centenas”.

(…)

LEIA A TRADUÇÃO COMPLETA SOBRE DAVID MILLER AQUI

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PROGRAMA LONDON COLISEUM

Da gravação do DVD em Londres, agosto de 2011
Tradução: Regina Vieira
Fonte do material original: Night Wants to Forget

Nós somos artístas apaixonados e nós tentamos fazer uma excelente música, porque isto é o que nós amamos”.

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Sébastien Izambard

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Em comum com Urs, David e Carlos, a vida criativa de Sébastien antes do Il Divo foi uma de uma diversidade extraordinária – e assim permanece. Ele não poderia conceber, diz ele, de acomodar-se sobre seus louros ou limitar seus horizontes. “Como um artista, você jamais deve pensar, eu sei como faz isso, estou bem assim. Você deve se questionar sempre. Eu não digo para ficar discorrendo sobre isso de uma forma masoquista. Mas você tem que evoluir, e reconhecer suas fraquezas.”

Nos últimos 18 meses, a vida de Sébastien tem sido um enxame de atividades – mas então, é como sempre tem sido. Uma infância difícil em Paris ensinou-a a valorizar as coisas importantes na vida – família, amizade e realização. Esta atitude tem refletido num envolvimento de longo prazo arrecadando fundos para Assistance Medicale Toit de Monde, uma instituição que dá suporte a crianças carentes na Índia e Nepal.

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“Você vai para o Royal Albert Hall”, diz ele, “e vê todas aquelas pinturas e fotografias, dispondo cantores do século 18 até cantores como Rihana hoje, e você imagina que a música tem evoluído muito. E se você não lembra as tradições, as origens da música, você perde a riqueza. E é isso o que nós estamos tentando fazer com Il Divo, honrar aquelas tradições. Eu venho do lado pop, então eu fui resgatar o passado. Os outros são classicamente treinados, e eu autodidata, eu trabalho com meus instintos. Mas você precisa de ambos, então eu precisava reunir este conhecimento. Sem conhecimento você não pode evoluir.”

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LEIA A TRADUÇÃO COMPLETA SOBRE SÉBASTIEN IZAMBARD AQUI

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LETÍCIA SALDANHA
Especial para o Liberté

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LITERATURA
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Romances Históricos

“A história é um romance que foi.”

Edmond e Jules de Goncourt.

Essa é a frase de introdução que abre o romance O Rei de Ferro, primeiro volume da série de sete livros Os Reis Malditos, de Maurice Druon. Os livros contam um período na história da França que vai do ano de 1314 até a Guerra dos Cem Anos. Os livros já foram transformados em série de televisão duas vezes, a primeira em 1972 e a segunda, em 2005.  Aqui, as edições são da Bertrand Brasil.
Esse é o trailer da série de 2005.

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Esse foi apenas o primeiro dos muitos romances históricos que li na vida. Vou deixar aqui algumas dicas de romances interessantes. A maioria é da editora Record, que tem uma edições lindas, muito lindas! (Embora um pouco caras…). Bem, aí vai:

A Saga dos Plantagenetas, de Jean Plaidy: a série de 14 livros (um número meio assombrosos no início, não? =D), conta a história da Dinastia que reinou na Inglaterra de 1154 até a ascensão dos Tudor, em 1485. A autora também tem aqui no Brasil, uma trilogia sobre a Revolução Francesa, que conta mais o ponto de vista da nobreza, dois livros sobre os Bórgias, fora alguns livros da Saga Tudor, já que não tem todos os onze traduzidos. Na verdade, Jean Plaidy é um só um pseudônimo usado por Eleanor Alice Burford Hibbert, que tinha oito pseudônimos e escreveu mais de duzentos livros. =O

As Crônicas da Arthur, As Crônicas Saxônicas, Sharpe, Azincourt, Stonehenge, O Condenado e A Busca do Graal, de Bernard Cornwell: Reconhecido como um dos principais autores de romances históricos da atualidade, Bernard escreve basicamente sobre a Inglaterra, guerras, batalhas e conflitos paganismo x cristianismo (Nas séries Crônicas de Arthur e Crônicas Saxônicas). Os livros dele são dotados de um humor surpreendente, que nunca vi em outros livros, por mais que tenha lido muita coisa engraçada por aí. Como, por exemplo, no seguinte diálogo da página 76 de Os Senhores do Norte:

— Dói?
— Chamá-lo de senhor, senhor?
— Não! — Ele riu. — Virar cristão!
— Por que deveria doer?
— Não sei. Eles não pregam a gente numa cruz?
— Claro que não. — Respondi com escárnio. — Só dão um banho.

Hauahuahauahuahauahau, só o Bernard para escrever umas coisas assim. ;D

Dica: Para quem leu Brumas de Avalon, de Marion Zimmer Bradley, ler As Crônicas de Arthur vale muito a pena. São duas visões totalmente diferentes, tanto em estilo de escrita quanto nas relações entre os personagens e suas personalidades, e os dois conseguem ser perfeitos, mesmo sendo tão diferentes. ;)

  • A Irmã de Ana Bolena/ A Herança de Ana Bolena, de Philippa Gregory: Na verdade, fazem parte uma “série” que inclui também outros livros, A princesa Leal, O Amante da Virgem, O Bobo da Rainha e A outra Rainha. A autora escreve sobre o período Tudor, e há até um filme baseado em A Irmã de Ana Bolena, que se chama A Outra. O filme não é lá muito fiel ao livro, não sei se recomendaria – não ser pelos vestidos lindos, haha! -. Mas há uma série chamada The Tudors, que é maravilhosa *.*

O trailer da primeira temporada da série:

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  • Os Pilares da Terra, Mundo Sem fim , Queda de Gigantes e O Buraco da Agulha, de Ken Follett: É, mais um autor inglês.( Adoro autores ingleses, hehe.) Bem, desses eu só não li Queda de Gigantes, e dos outros o que mais gostei com certeza foi Os Pilares da Terra. O começo não é muito empolgante, mas depois fica tão perfeito *.*. Bem, o livro fala sobre a Inglaterra do século XII, do período da Anarquia e dos Plantagenetas também, haha – e foi isso que me chamou a atenção. Tem até uma série, pela Starz. Mudaram algumas coisas do livro sim, e tem uns errinhos históricos aqui e ali, mas no geral a série é muito boa! Aqui o trailer – mais um.

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Na verdade, tinha muito mais, mas se eu me empolgar muito o post fica gigante, hehe. Para quem se interessou nos romances e nesses “muito mais”, fica o link dos romances históricos no site da editora Record:

ROMANCES HISTÓRICOS – editora Record

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LUIZ CARLOS GUIMARÃES

Especial para o Liberté

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LITERATURA

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Chore Para o Céu, de Anne Rice

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Antes de tudo gostaria de agradecer muito pelo convite de Lizzie que está me dando a oportunidade de escrever sobre algo agradável e que acabou me levando a fazer uma pesquisa muito interessante para poder fazer este post. No entanto, para que eu fale sobre esse livro, preciso explicar algumas coisas antes.

Eça de Queirós, em sua obra A Cidade e as Serras, fez uma crítica ao modo com que as pessoas lêem livros. Segundo ele, na contemporaneidade as pessoas estão tão engolidas pelo ritmo de suas vidas na cidade que acabam não dando valor às obras. Seja pelo status de poder dizer que se leu um Voltaire, Diderot, Montesquieu, ou por qualquer outro motivo, acaba-se primando pela quantidade e não qualidade de uma leitura. O resultado disso tanto para a época quanto para a nossa atualidade é que não se lê um livro, apenas se decora discursos. Isso por sua vez acaba gerando redações ruins que, por exemplo, forçam nas linhas citações de grandes autores que não têm ligação com a proposta de redação dada. Do que adianta citar Shakespeare em uma dissertação cujo tema é financiamento da Copa do Mundo de 2014?

Lá para o fim do livro, ele usa um de seus personagens para discursar sobre a grande mudança que acontece na vida de uma pessoa quando ela pára de ler simplesmente para citar e passa a tentar entender as palavras. Claro que isso leva mais tempo, porém o resultado é muito mais satisfatório.

Disse tudo isso, pois até muito pouco tempo atrás fazia exatamente isso. Pegava livros e ainda que não entendesse, o importante era ter lido as palavras. Mas vi que não estava chegando a lugar algum com isso, às vezes nem lembrava que livros eu havia lido há pouco tempo atrás! Tudo bem, isso é válido para alguns livros que têm por proposta apenas o entretenimento, mas existem outros que proporcionam muito mais do que isso. E Chore para o Céu se encontra no segundo caso.

O romance precisa ser estudado, e não apenas lido. Para aproveitá-lo bem é necessário ter um grande conhecimento histórico da Itália do século XVIII e alguma idéia de sua geografia. Inclusive, é até errado se referir à região como Itália, pois nessa época ainda não havia um país formado, mas cidades-estados independentes. A unificação do lugar que hoje é considerado um país ocorreu ao longo do século XIX e além, completando-se apenas em 1929.

Pintura a óleo de Michele Marieschi do século XVIII

Para quem não sabe, Anne Rice é a autora da tão aclamada obra Entrevista com o Vampiro, que teve um filme em 1994 com os atores Brad Pitt e Tom Cruise nos papéis principais. Ela escreve literatura gótica e na minha opinião seus livros são muito bons, com personagens densos e bem construídos. A maioria de seus livros entra na literatura fantástica, com histórias que abordam vampiros, bruxas, anjos e assim por diante, mas nada parecido com as obras de qualidade duvidosa que têm saído hoje em dia. Não, ela é considerada uma mestra no seu ramo e sua narrativa é muito interessante.

Capa do livro "Chore para o céu", de Anne Rice - a partir de R$ 37,71 nas livrarias

Chore para o Céu é uma das poucas exceções dessa literatura fantástica. O livro é um dos romances históricos da autora, e eu, assim como muitos críticos, considero ele sua obra prima. A história gira em torno de dois personagens principais: Tonio Treschi e Guido Maffeo. O primeiro é um adolescente de 15 anos, filho de uma família nobre da República de Veneza e apaixonado pelo canto, mas destinado a governar a Serenísima. Já o segundo é um camponês dez anos mais velho, que é castrado aos seis anos de idade para que sua voz permaneça igual e, depois de um curto momento de glória como uma estrela da ópera, acaba perdendo-a e se tornando um frustrado professor de canto.

O foco da história são os castrati, homens que têm seus testículos removidos antes da puberdade para que ao envelhecerem não tenham testosterona correndo pelo seu corpo e assim sendo consigam manter sua voz. Tonio pensa ser o único filho vivo e, portanto, o herdeiro de sua família. Mas acaba descobrindo que tem um irmão o qual foi exilado por seu pai após seduzir e desonrar uma plebéia. No entanto, ao perder o pai, o irmão de Tonio volta e em um ato de vingança manda castrarem o garoto e ordena que Guido o leve a Nápoles para se tornar um cantor.

Castrato (plural castrati) é um cantor masculino cuja extensão vocal corresponde em pleno à das vozes femininas, seja de soprano, mezzo-soprano, ou contralto. Esta faculdade numa voz masculina só é verificável na sequência de uma operação de corte dos canais provenientes dos testículos, ou então por um problema endocrinológico que impeça a maturidade sexual. Consequentemente, a chamada “mudança de voz” não ocorre”, Wikipédia.

Não se enganem pelo que eu já contei, isso não é nem um décimo da história. Em 482 páginas a autora disseca os personagens e expõe seus medos e suas angústias de forma tão magnífica que você fica com vontade de ler várias vezes o mesmo trecho pelo simples prazer de rever as idéias ali expressas.

A tormenta que se passa no interior de Tonio, que por ser mutilado tarde em sua vida e vir de uma família nobre (os castrati geralmente vinham de famílias pobres que vendiam seus filhos) tem muita dificuldade em aceitar sua condição, é arrebatadora. O garoto passa a questionar o seu lugar no mundo, pois não se considera nem homem e nem mulher, reflexo do pensamento da sociedade de sua época. Anne Rice usa isso para abordar a descoberta da sexualidade do rapaz, o qual não está preso nos papéis de gênero e passa a experimentar os mais diversos tipos de prazeres deitando-se com homens e mulheres na tentativa de entender a sua função no meio social. Essa bissexualidade é algo muito comum nos livros da autora.

OUÇA o registro da voz de Alessandro Moreschi, último castrati vivo, cantando Hostias et preces de Eugenio Terziani.

Os diálogos dessa obra são simplesmente incríveis. Desde as indagações e inseguranças até os momentos de raiva e desprezo, as falas se encaixam perfeitamente deixando o leitor com vontade de continuar lendo sem parar.

Sobre pontos negativos, pois toda obra tem e eles também devem ser destacados, eu diria que as descrições de cenários são um pouco cansativas. Rice passa do plano racional e começa a fazer descrições sobrenaturais de objetos simples, o que pode ser até interessante quando em uma obra sobre vampiros ou derivados, mas que aqui acaba por se tornar um pouco enfadonho.

Enfim, não vou falar mais para não acabar com a graça da leitura. É uma obra que mesmo com as falhas eu daria um dez e recomendo. Tem um enredo muito bom, um final também, e me cativou. Só aconselho que leiam um pouco sobre a região de Veneza da época abordada e estejam dispostos a conhecer algo diferente e intenso. O livro também aborda as regiões de Nápoles, Roma e Calábria, mas não é necessário estudá-las.

Para terminar, só quero comentar sobre um dos festivais mais importantes da Itália que é comentado no livro: o Carnaval. Lá essa festa é bem diferente do que nós brasileiros estamos acostumados e confio muito nas descrições que a autora deu sobre ele porque pela mensagem dela no final do livro dá para se perceber que fez uma extensa pesquisa sobre os assuntos que escreveu e também porque eu tenho uma vaga noção de como algumas festividades acontecem lá. É tradição em Veneza, por exemplo, usar fantasias e máscaras. Já imaginaram passar vários dias em meio a apresentações de rua, teatros, musicais e diversas outras manifestações de arte em locais públicos e privados, tudo recheado com deliciosos banquetes em um dos lugares mais incríveis do mundo? Eu sonho com isso todos os dias. Espero conseguir estar lá para ver isso o mais rápido possível. ^^

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REGINA VIEIRA

Especial para o Liberté

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PINTURA – Tarsila do Amaral

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Pessoalmente gosto bastante dos quadros dela, não que eu seja uma profunda conhecedora de arte, não sou, mas na minha humilde opinião tanto a arte como a música são universais, você gosta ou não gosta, ela pode te tocar a alma ou não te dizer absolutamente nada. Gosto porque tem cores fortes e retrata bem o Brasil com sua profusão de cores.

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Tarsila nasceu em 1º de Setembro de 1886 em Capivari no Interior de São Paulo. Filha de fazendeiro abastado, passou a infância nas fazendas do pai. Estudou no Colégio Sion em São Paulo e depois em Barcelona, na Espanha, onde fez seu primeiro quadro em 1904 ‘Sagrado Coração de Jesus’. Casou-se e teve uma única filha. Dulce.

Tarsila do Amaral

Estudou arte começando com escultura , depois desenho e pintura , estudou em Paris .

Foi amiga de Anita Malfatti que a introduziu ao grupo modernista (da famosa Semana de Arte Moderna de São Paulo-1922). Junto a este grupo, do qual Oswald de Andrade fazia parte e com que namorou, agitaram culturamente São Paulo.

Em 1923 volta para Paris e tem aulas com mestres cubistas e pinta a tela ‘A Negra’, com esta tela Tarsila entrou para a estória da arte moderna brasileira. A figura da Negra retratava sua forte ligação com a infância, pois essas negras eram filhas de escravos que tomavam conta das crianças e as vezes serviam de ama de leite.

Na volta ao Brasil em 1924, Tarsila encontra em Minas Gerais as cores que gostava e que lembravam de sua infância, mas que seus mestres diziam que eram caipiras e que ela não devia usar em seus quadros, porém essas cores é que tornaram-se a marca de sua obra. O que na verdade eram as cores do nosso Brasil tropical em suas cores ricas e belas. Essa fase chamou-se Pau Brasil

Encontei em Minas as cores que adorava em criança. Ensinaram-me depois que eram feias e caipiras. Mas depois vinguei-me da opressão, passando-as para as minhas telas: o azul puríssimo, rosa violáceo, amarelo vivo, verde cantante, …”

A fase seguinte ‘Antropofagia’ , junto com Oswald de Andrade que escreveu o Manifesto Antropofágico e fundaram o movimento do mesmo nome, tinha a intenção de transformar a cultura européia vigente em algo bem brasileiro. Desta fase surgiram trabalhos importantes como o ‘Abaporu’ que significa homem que come carne humana , ‘Cartão Postal’, ‘O lago’ , e etc. Nessa fase ela usou muitos bichos e paisagens imaginárias além das cores forte.

Abaporu (1928 Fase Antropofágica)

O Quadro Abaporu novamente a remetia a lembranças de infância, das estórias que as negras contavam de monstros que comiam gente.

Tarsila gostava muito de bichos, na infância teve 40 gatos na fazenda…

Em 1929 a crise do café no Brasil atingiu o seu pai e a realidade de Tarsila mudou , o pai perdeu muito dinheiro, teve as fazendas hipotecadas e ela teve que ir trabalhar. Separou-se de Oswald de Andrade com quem havia casado em 1926.

Operários (1933)

Em 1933 com um novo namorado, um médico comunista , Tarsila expôs em Moscou e sensibilizou-se com a causa operária e chegou a ser presa junto com o namorado por participar de reuniões do partido comunista. Desta fase surgiu o quadro ‘Operários’, a temática triste da fase social não durou muito pois não fazia parte de sua personalidade .

Minha força vem da lembrança da infância na fazenda, de correr e subir em árvores. E das histórias fantásticas que as empregadas negras me contavam“, Tarsila do Amaral.

Tarsila também trabalhou como colunistas nos Diários Associados por muitos anos. Em 1950 ela voltou com a temática do Pau Brasil e pintou quadros como ‘A Fazenda’, ‘Paisagem ou Aldeia’ .

Sua única filha Dulce faleceu antes dela em 1966 e sua única neta Beatriz , morreu afogada em 1949.

Em 1969, a mestra em história da arte e curadora Aracy Amaral realizou a exposição, “Tarsila 50 anos de pintura”.

Tarsila faleceu em Janeiro de 1973.

Algumas obras da artista

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Espero que tenham gostado, eu tomei conhecimento de sua obra, através de um trabalho escolar do meu filho Pedro, fizemos o trabalho juntos e foi aí que comecei a apreciar os quadros dela, das cores e da simplicidade.

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LETÍCIA SALDANHA
Especial para o Liberté

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MÚSICA - Within Temptation.

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Conheci o Within Temptation através do trailer de uma série (maravilhosa, aliás) chamada The Borgias. A música do final é deles, chama-se Jillian. Esse foi apenas o início de um vício!

Trailer legendado da série:

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O WT é uma banda de rock, holandesa, formada em 1996 por Sharon den Adel e Robert Westerholt, e tem uma classificação como rock sinfônico ou metal sinfônico.

Nunca fui grande fã de bandas de rock, mas essa tem umas músicas tão lindas! Uma das mais bonitas é Memories, que, aliás, tem também é o clip mais bonitinho de todos. (E voz dela é linda, não?)
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E, por último, um presente para as fãs de O&P. A música não é do WT, mas é muito bonita, e é cantada pela Sharon, então…
Principalmente porque a música vem acompahnhada de imagens de nosso querido, linda, maravilhoso Mr. Darcy! – nem me fale, hehe.

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Começa nesta segunda-feira, 25 de julho, mais um Especial Liberté, com autores convidados. Ao todo serão sete colaboradores e eu, Lizzie, escrevendo sobre diversos temas pelas próximas duas semanas aqui no blog.

Diferente do último especial, quando temas foram fixados e todos os autores escreveram sobre o mesmo assunto, dessa vez eles escreveram a partir de uma lista de temas pertinentes ao blog, à livre escolha.
Assim, amanhã poderemos ler sobre livros e na terça, outro autor pode publicar sobre viagens e assim por diante. O intuito foi dar a maior abertura possível para os talentosos convidados se expressarem da melhor forma possível.

Além das carinhas já conhecidas por aqui de Regina Vieira, Marta Mazota, Silas Massini, Tamara Pereira e Breno Thiago, veremos dois novos autores, Letícia Saldanha e Luiz Carlos Guimarães, cheios de bagagem para compartilhar conosco.

Como todos já sabem, nós, os autores, fazemos apenas uma parte do blog. O todo só é possível junto de nossos leitores que comentam o que publicamos e nos trazem outros pontos de vista, nos incentivam e tornam nosso trabalho importante e tão prazeroso por aqui.

Com a participação de nossos caros autores e queridos leitores nos próximos dias, declaro aberta a nova temporada de participações e posts especiais aqui no Liberté!

Bem-vindos e espero que divirtam-se muito!

Sílvia Simões |Lizzie|
Editora do Liberté

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Inspirada pela Lídia da comunidade Il Divo no Orkut, decidi fazer este post com fotos das noivas dos membros do grupo. São elas: a soprano Sarah Joy Kabanuck, atual esposa de David Miller, a publicitária Renée Murphy, mãe dos três filhos de Sébastien Izambard e a cantora espanhola Geraldine Larrosa, conhecida também como Innocence, ex-esposa de Carlos Marin.

Vamos lá?

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Carlos Marin e Geraldine Larrosa

O barítono espanhol foi o primeiro a se casar no grupo. Foi um enlace surpresa para a noiva, na Disney. Romântico, né? Bem, se fosse comigo, enlouqueceria!

Como o objetivo do post não é comentar o noivo – é preciso muito auto-controle! -, devo dizer que o vestido não faz meu estilo, mas para um casamento surpresa, na Disney, Geraldine se saiu muito bem!

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Sébastien Izambard e Renée Murphy

Se casaram em 2008, com foto divulgada apenas meses depois da cerimônia.

Não é possível ver muitos detalhes do vestido, mas gostei do decote e do véu. É uma pena não ser o objetivo do post comentar o noivo, então… :p

LEIA TUDO SOBRE O CASAMENTO SÉBASTIEN IZAMBARD

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David Miller e Sarah Joy

O casal norte-americano disse “sim” numa cerimônia dos sonhos, em 2009. Tenho muitas, muitas outras fotos divulgadas pela própria noiva no seu Twitter, mas publicarei em outra ocasião.

ADOREI o vestido, o cabelo, o buquê, o véu, o noivo… ops!

Repetiria o look completo. COMPLETO!

LEIA REPORTAGEM SOBRE O CASAMENTO DE DAVID MILLER

 
E vocês? O que me dizem sobre o visual das noivas do Il Divo?

Lizzie*

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Neste momento me encontro perfeitamente segura de que não há competição justa quando Urs Buhler, o tenor suíço do Il Divo, está na disputa. Ele não só ganhou o título de “Preferência Nacional” no ano passado concorrendo com os colegas de grupo, como agora deixou seus companheiros de solteirice a centenas de votos de distância.

Urs Buhler está oficialmente declarado o solteiro mais cobiçado do blog Liberté!

A enquete foi aberta em 16 e recebeu 548 votos até ontem (28). A votação era protegida por cookies, então, podemos contar que aproximadamente 80% dos votos foram dados por pessoas diferentes.

Ao todo Urs Buhler recebeu 325 votos, Carlos Marin ficou com 148, Raul Veiga teve 34, Silas Massini 28 e Emmanuel Moire contou com 19 cliques.

Leia o post com a enquete AQUI

Parabéns ao tenor suíço do Il Divo por mais essa proeza!

Sabemos que o que o torna um partido tão desejável não é fácil de conquistar. Além de uma aparência atraente, sem dúvida, há toda uma questão de personalidade, que lhe confere uma postura notavelmente diferente, um olhar expressivo cheio de delicadeza e doçura, um comprometimento com a música que atinge em cheio nossos sentidos em sua voz deliberadamente trabalhada.

Alguns vídeos dele que eu ADORO!

Bom, é difícil para mim assumir a responsabilidade de definir alguém, ainda mais Urs Buhler com tantos predicados que fazem dele preferência entre as leitoras.

Alguém gostaria de me ajudar comentando mais a respeito do que torna este suíço um solteiro assim tão cobiçado?

Uma ajudinha para fazer emergir a inspiração:

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Sucesso! É uma palavra na qual não cabe minha satisfação como editora do Liberté com as publicações feitas por convidados e o retorno dos leitores nas últimas três semanas, sob os temas: gastronomia, literatura e música.

Foi simplesmente um show de grandes artistas da cozinha, das letras e dos sons e com uma platéia fantástica. Minha proposta foi de compartilharem um pouquinho do que têm de melhor, cada autor com seu estilo próprio, dividindo conosco elementos que compõem sua visão de mundo, com o retorno à altura do público.

Só me resta agradecer.

Autores do Especial de Férias: Regina Vieira, Breno Thiago, eu (Sílvia Simões |Lizzie|), Marta Mazota e Silas Massini

Agradeço aos convidados que dedicaram tempo e energia, alguns até superando empecilhos dos grandes, tudo para nos deleitar com uma porção de si mesmos.
Gostaria que pudessem sentir meu contentamento ao ler os textos de vocês.
Entrego-me livremente (Breno), saboreando revelações íntimas da trajetória de vocês (Marta), convicta de estão deixando o mundo melhor (Regina), vivendo palavras doces cadenciadas pela genialidade de cada um como música (Silas).

NÚMEROS DO ESPECIAL
12 posts
5 autores
99 comentários
14.129 visitas*
*número geral nas últimas 3 semanas

Agradeço também aos leitores que deixam seus comentários. Como já dizia num post da Regina, nossa motivação para escrever está em partilhar algo que consideramos bom e belo em nossas vidas. Não sabemos ao certo por quantos seremos lidos ou por quem. Ter o retorno de outras pessoas é um grande presente, amplamente apreciado por nós.
Especialmente por mim, no caso dos meus convidados que vêm tendo uma recepção fantástica das pessoas incríveis que frequentam o Liberté.

Que nosso ano continue repleto de alegria e beleza como começou!

E que venham 300 mil visitas!

SÍLVIA SIMÕES |LIZZIE|
Editora do Liberté

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SILAS MASSINI
Especial para o Liberté

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A música mais linda do mundo

Quando sou convidado a escrever no Liberté, é sempre um prazer! O fato de ter liberdade de pensamento e crítica é sem dúvidas o fator nevrálgico de tanto apreço e satisfação. Com uma narrativa que eu mesmo considero um tanto arrogante e atrevida, me divirto expondo considerações e elaborando teorias. Nesta minha última participação como colaborador do especial de férias promovido pelo Liberté, sinto-me na obrigação de encerrar com chave de ouro falando daquilo que mais amo: Música.

O fato é que da trilogia proposta, definitivamente esse é post é o que mais me apavorou. O que recomendar diante de tantas paixões e estilos musicais que tanto gosto? Sempre que me perguntam: Qual é a sua música preferida? Respondo com um “dar de ombros” e um cenho franzido! Oh que martírio.

Música está presente no meu sangue, no ar em que respiro e definitivamente no suor que transpiro! É algo arraigado, encrustado e de certa forma inato, físico e natural! Quando falo de música, falo, sobretudo, de música boa; da música que se faz perfume, por exemplo, acariciando nossa memória, trazendo boas lembranças, assim como uma fragrância de rosas, amêndoas, laranjeiras floridas ou uma bisteca com batatas fritas! Falo da música que transforma, te avassala, submete, te faz sentar na cadeira mais próxima, desviar o olhar em busca de uma imagem interior que não se faz concreta, mas permanece na penumbra do raciocínio. A música que tem a utilidade de não ser tangível visualmente, mas que pinta, desenha, molda e se faz presente por intermédio de sua divindade misteriosa. Falo da melodia que nunca se ouviu na vida, mas parece ter sido sua trilha sonora desde seu nascimento.

Música boa que se ouve uma vez aos 15 anos e depois aos 72 com a sensação de estar se rejuvenescendo, voltando às ingenuidades infantis, porém com a prudência e lembranças dos anos. Invoco a música que resiste aos embates do tempo, que não se empoeira nas estantes do passado e que apesar de ter nascido com os primórdios, parece ter sido criada na tarde ensolarada e calorenta de ontem. Sabe, aquela música que faz parte da sua vida e de tantas outras, que se canta baixinho ou com a força dos pulmões, num dia de sol com nuvens esparsas ou num dia de chuva com os rumores dos trovões, sem pressa, caminhando até a varanda ou abrindo a geladeira. Ahhh aquela música enroscada na vitrola do cérebro, que insiste em repetir, repetir, repetir mesmo quando você não pensa nela, lendo um livro, deitado em sua cama, aquela música que te faz marcar a página para que você só de atenção a ela. Egoísta, possessiva e egocêntrica! Pergunto-me: O que faz essa onipotência?( Às vezes não me pergunto nada!)

Por fim, quando falo de música, falo da música que toca o coração e pronto. Smetilla punto basta, que conversa com seu íntimo através de uma linguagem fácil, caipira às vezes, que lembra um velho à beira da estrada voltando pra casa na companhia de seu cachorro magro, simples assim, sem mais nem menos, sem pensamentos e sem matemática. Falo da música que te faz arrepiar os braços e brotar uma fonte lágrimas sem que haja explicação para isso. Por fim de tudo, falo da música que te liga a Deus!

Por isso, caros amigos, me perdoem, pois indicação não tenho para vos dar a não ser dizer que música não se recomenda, se vive!

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BRENO THIAGO
Especial para o Liberté

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Lynn Hilary

Olá, pessoal! É uma honra estar aqui no Liberté!
A pedido de minha amiga Lizzie, vou indicar para vocês uma música que me é muito especial.

Foi difícil decidir que música postar. Mas não demorou para escolher alguma do álbum solo de Lynn Hilary, ex-integrante do grupo Celtic Woman. Antes de revelar a escolhida, vou falar um pouco sobre o álbum.

“Take Me With You” foi lançado em 2008. É um trabalho bem diferente daquele feito no Celtic Woman, sem coral, sem orquestra, sem aquelas notas altíssimas…

Lynn mostra uma outra faceta de sua personalidade e seu talento. São canções reconfortantes, românticas e tranquilas. Em geral, ao som do violão tocado por ela mesma. E ela compôs quase todo o álbum (letra e música).

Pessoalmente, adoro esse álbum pelo fato dele me fazer viajar. Não para algum lugar distante, mas para dentro de mim mesmo. É como se eu ficasse de frente com meus sonhos e assim surge uma vontade imensa de lutar por eles. A simplicidade de suas músicas me fascina!

Para representar tudo isso escolhi a bela e simples Annie Watches.

Ela conta a história de duas pessoas que se amam, mas não conseguem se aprofundar nesse sentimento. Na verdade, eles nem têm certeza se o amor é recíproco. O tempo passa, e tudo o que poderia ser uma história tão linda, se reduz a lembranças.

Meu Deus, com que frequencia isso acontece nas nossas vidas? Quantas coisas perdemos por causa de nossa insegurança e do medo? E nem nos damos conta! Saber aproveitar a vida pode ser difícil, e se abrir para o desconhecido é mais ainda, principalmente quando se trata daquele sentimento que dá sentido à nossa existência: o amor, o senhor de tudo

Espero que gostem! Fiquem com Annie Wacthes:

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Letra:

Annie watches from a distance
She thinks he doesn’t see her
And he knows she doesn’t know it
Still she sees him
She sees right through him
To all his broken places
That he thinks he keeps so hidden

And oh, and tomorrow never comes
And the future fills with memories
Of two people so in love

Annie opens and
Lays herself before him
He thinks she doesn’t need him
But she needs him like no other
Annie holds him
He never asks forgiveness
He thinks he doesn’t need it
So she grants it in an instant

And oh, if tomorrow never comes
And the future fills with memories
Of two people so in love

And so they circle in
Total fascination
Turning rings around each other
And she knows he doesn’t know
That he’s in love

And oh, and tomorrow never comes
And the future fills with memories
Of two people so in love

And tomorrow never comes
And the future fills with memories
Of two people so in love

Tradução:

Annie assiste a alguma distância
Ela pensa que ele não a vê
E ele sabe que ela não sabe isso
Ainda assim ela o vê
Ela vê através dele
Para todas suas decepções
Que ele pensa que esconde

E oh o amanhã nunca vem
E o futuro enche de memórias
De duas pessoas que tanto se amam

Annie abre e deita diante dele
Ele acha que ela não precisa dele
Mas ela precisa dele como ninguém
Annie o abraça
Ele nunca pede perdão
Ele acha que ele não precisa disso
Então ela concede ele um momento
E oh se o amanhã nunca vier
E o futuro encher de memórias
Duas pessoas tão apaixonadas

E assim eles circulam com
Total fascinação
Girando aneis ao redor do outro
E ela sabe que ele não sabe
Que está apaixonado

E oh o amanhã nunca vem
E o futuro enche de memórias
De duas pessoas tão apaixonadas
E o amanhã nunca vem
E o futuro enche com memórias
De duas pessoas tão apaixonadas

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REGINA VIEIRA
Especial para o Liberté

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Coldplay

Olá pessoal! Minha indicação é de uma banda inglesa, meu segundo amor musical, pois o primeiro é e será sempre o Il Divo.

Coldplay é uma banda inglesa de rock alternativo formada em 1998 em Londres. O grupo é comporto por Chris Martin (vocais, teclados, guitarra), John Buckland (guitarra), Guy Berryman (baixo) e Will Champion (bateria, vocal de apoio e outros instrumentos).

Sinto as vezes que as letras são mais profundas do que parecem e me remetem a nostalgia e a pensar sobre o amor, as pessoas e o mundo. Chris Martin, conforme já li, tem a tendência de examinar suas emoções, como eu mesmo costumo fazer. Quero sempre entender o que ás vezes não é possível de entender, só sentir.

Adoro o Chris Martin porque ele é romântico e porque a banda tem princípios sólidos e não libera sua música para comerciais em que não acredita. Faz caridade e tenta ajudar em questões e tragédias sociais como o terremoto no Haiti, a Anistia Internacional.

Chris Martin é também um dos artistas mais visivelmente comprometidos com o MTF (Make Trade Fair) , Comércio justo em português. É uma campanha a favor da igualdade no comérico entre países de primeiro mundo e países subdesenvolvidos, que tem como pilares a Sustentabilidade Econômica e Ecologia nas cadeias produtivas do mundo. O símbolo oficial da campanha são duas listras horizontais que representam a igualdade.

O Álbum X&Y é lindo, tem influência de música eletrônica, que eu gosto também, e foi o álbum mais vendido de 2005 com vendas mundiais de 8,3 milhões de cópias.

Aqui estão as músicas que mais gosto:

White Shadows ( do Álbum X & Y)

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[Letra e tradução]

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Viva La Vida (álbum Viva la vida)


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[Letra e tradução]

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Yellow (álbum Parachutes)

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[Letra e tradução]

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Para quem quiser comprar algum álbum ou ouvir algumas faixas:

Coldplay – compre álbuns ou ouça trechos das faixas na Saraiva

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Vive le français!

A outra indicação que tenho, é uma música do Il Divo, não é a minha favorita, no entanto tenho ouvido algumas pessoas falarem que o Sébastien não tem o mesmo alcance de voz dos outros, tremenda mentira.
E eu como fã me sinto na obrigação de defendê-lo, embora com certeza ele não precise disso – e eu seja suspeita também, pois adoro esse moço.

Aqui vai uma canção onde ele termina a canção com um “gran finale” de calar os que não conhecem o talento dele. O próprio Urs já disse em entrevista que o Sébastien consegue alcançar notas mais altas mais facilmente do que ele (Entrevista no DVD Ancora).

La vida sin Amor – Il Divo

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BRENO THIAGO
Especial para o Liberté

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Livro: O Dia do Curinga

Esse livro chegou até mim por pura obra do acaso.
Foi o filho da ex-professora de Geologia da minha irmã quem lhe emprestou.
Uma pessoa absolutamente querida e especial falava muito sobre o livro “O Mundo de Sofia”, e como “O Dia Do Curinga”é do mesmo autor, resolvi lhe dar algum crédito.
Jostein Gaarder é um filósofo norueguês que consegue narrar uma história simples e educativa. Tédio ou cansaço não passam nem por perto da leitura.

Na históra, ele sempre consegue envolver algo que tenha a ver com a antiga Grécia e os grandes filósofos, como Sócrates. Fazendo-nos pensar na vida, na existência e no mundo em que vivemos.

O Dia do Curinga vai deixar marcas em você e no seu modo de pensar.

A história

O livro fala da história de pai e filho que atravessam a Europa até a terra dos grandes filosofos à procura de sua esposa e mãe, que os abandonara anos atrás, para “se encontrar”. Chegando na Suiça, um anão e um padeiro mudam completamente a viagem até então tranquila, pelo menos para o pequeno Hans-Thomas. Ele ganha secretamente uma lupa e um livrinho, com letras absurdamente pequenas.

Lendo o livro, Hans-Thomas mal acredita no que descobre. Seria mesmo possível que algo escrito há 150 anos pudesse ter algo a ver com sua família?

Uma ilha mágica, animais jamais vistos, uma bebida cintilante… Criaturas, que são cartas de baralho vivas, vivem na ignorância de sua existência, sem conseguir pensar em quem eram e como pararam ali, acostumadas com o mundo – um retrato de nós mesmos.

Mas aquele sem família, isolado, diferente dos outros, é capaz de pensar. E tudo é revelado no Dia do Curinga.

Jostein Garrder mostra como somos através dos dias exatamente iguais na ilha mágica e nos faz refetir sobre as mais antigas questões.

Quando alguém compreende que não compreende, é porque começou a entender tudo”, Jostein Gaarden.

Livro recomendadíssimo e, como já disse, deixará marcas nos que o lerem!

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**Você pode encontrar “O Dia do Curinga” de Jostein Gaarder nas melhores lojas do ramo a partir de R$ 36,90.
Há também a edição de bolso a partir de R$ 17,90.

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