Olá a todos!
Aqui vamos reunir todos os arquivos de informações postadas a respeito do novo álbum Il Divo chamado Wicked Game e informações da turnê mundial do grupo em 2012.
Para visualizar sub-páginas com vídeos e fotos, desça até o final da página. Os links de mensagens, informações, traduções e artigos especiais estão relacionados nos comentários.
A seguir, a tradução completa do programa disponibilizado na ocasião da gravação do novo DVD Il Divo, em 1º e 2 de agosto de 2011, em Londres.
Acompanhem:
Sílvia Simões |Lizzie|
Editora do Liberté
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PROGRAMA LONDON COLISEUM
Gravação do DVD em Londres, agosto de 2011
Tradução: Regina Vieira
Fonte do material original: Night Wants to Forget
Toda vez que nós fazemos algo novo, nós queremos fazê-lo melhor. E nós ainda estamos nos esforçando para fazer isso, o que me enche de grande satisfação.”
Urs Buhler
Pergunte a Urs Buhler o que mais o deixa orgulhoso sobre as realizações do Il Divo durante os últimos sete anos, e de maneira intrigante, ele não falará sobre o passado, mas sobre o presente e o futuro. Para o classicamente treinado tenor suíço, música significa ir para frente – amadurecer, refinar, aperfeiçoar. “Nós estamos constantemente tentando empurrar as coisas além , para um nível diferente”, diz Urs.
“Toda vez que nós fazemos algo novo, nós queremos fazê-lo melhor. E nós ainda estamos nos esforçando para fazer isso, o que me enche de grande satisfação”.
A experiência musical de Urs sedimentou-se num espírito de atividade incansável e de indagação. Como um garoto de 5 anos de idade em Lucerne, ele juntou-se ao coral local, e começou a ter lições de violino, clarinete, piano, violão e bateria. Mesmo assim, você não pode enquadrá-lo. Ao mesmo tempo em que ele estudava na academia de música, Urs encabeçava uma banda de heavy metal. Depois, ele viajaria para a Holanda para estudar canto no Conservatório de Sweelink, apareceria no Festival de Salzburg e ganharia uma distinta reputação como tenor clássico na Ópera da Holanda e muitas outras casas de ópera na Europa. Então Urs nunca foi de ficar parado, artisticamente, e sentado na zona de conforto – ou respeitando barreiras que alguém insiste em erguer entre diferentes gêneros musicais.
Do meu treinamento,” ri Urs, “Eu sei, do ponto de vista clássico, que isto é um som bom ou um ruim. E em cada outro estilo de cantar que não se aplica. Manchando as fronteiras que desagradam os puristas, certamente – mas que é uma boa coisa a fazer.”
Se ele realmente olhar para trás, é comparar o Il Divo agora com quatro cantores que se juntaram em 2003 e se propuseram a realizar suas visões. No começo, Urs diz, eles eram muito cada um na sua, sentindo do seu jeito, todos operando, de alguma maneira, fora do campo habitual. Tudo isso mudou agora. “A contribuição que nós fizemos têm realmente progredido, especialmente no novo álbum. Nós estamos muito mais envolvidos do que nós éramos no passado. E acho que é porque nós nos submetemos a prova. Então as pessoas podem confiar em nós: que nós realmente sabemos o que estamos fazendo”.
Nos 18 meses que decorreram desde o fim da última turnê mundial eles tinham iniciado o empreendimento de promover o álbum de 2008, The Promise, Urs realizou um outro sonho: trabalhar na renovação de uma casa que ele recentemente comprou. “Na minha vida particular, eu tendo a desligar. Eu vivo na área rural, é incrivelmente remoto, apenas campos e montanhas ao meu redor. Minha casa é uma propriedade muito velha, e eu estou restaurando-a, o que me consome muito tempo, mas é incrivelmente compensador. Eu estou gerenciando o projeto da restauração, e uso mão de obra local das vilas vizinhas, firmas pequenas e tradicionais. Estou adorando, mas vai levar anos. E eu amo tocar minha guitarra e montar na minha motocicleta. Eu sou apaixonado por ambas”.
Ele aprecia as recompensas que o Il Divo lhe trouxe, diz ele, mas ele nunca perderia o foco sobre o que realmente a vida é. “Eu não preciso ter sete Ferraris na garagem. Sim, eu tenho uma casa grande, algumas motocicletas, e isto é o suficiente. Eu me sinto zen e sereno sobre o que fazer e como viver a minha vida”.
Olhando o futuro para o lançamento do novo álbum, Urs não consegue conter seu excitamento – ou conter seu orgulho. “Nós gravamos uma adaptação do Adágio de Samuel Barber para instrumentos de cordas, com um novo coro. Soa incrivelmente dramático. Todo o álbum é assim, é muito mais sério, e maduro”.
Desde que começamos, houve muitas pessoas que tentaram fazer o que nós fazemos. Então nós precisamos mudar, ou não interessaria mais para nós, ou para a audiência. Nós tínhamos a disposição material que é fundamentado em peças de músicas clássicas em instrumentos de corda e piano: por exemplo, uma outra nova canção é baseada na sonata Moonlight de Beethoven. E, harmonicamente, é certo de ser mais interessante, mais dramático”.
A jornada musical longa e variada de Urs está para tomar uma nova direção, e ele mal pode esperar pelas fãs do Il Divo ouvirem os resultados. “Nós estamos muito entusiasmados sobre esta gravação”, ele sorri. “Nós achamos que é o melhor trabalho que nós já fizemos”.
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A experiência de fazê-lo (álbum) tem sido inacreditável… Você pode realmente ouvir a evolução, nós parecemos muito mais maduros, mas isto é porque mais do que nunca nós sabemos o que estamos fazendo.”
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Carlos Marin
(…)
Nós somos artístas apaixonados e nós tentamos fazer uma excelente música, porque isto é o que nós amamos”.
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Sébastien Izambard
Il Divo pode ter ganhado o premio Artistas da Década no Classic Brit no Royal Albert Hall na noite anterior ao nosso encontro, mas Sébastien Izambard não é o tipo de pessoa que deixa uma coisa dessa lhe subir a cabeça.
O cantor francês, um já artista pop de sucesso em seu país de origem antes da formação do Il Divo em 2003, está absolutamente certo sobre o porquê do quarteto ainda ser capaz de alcançar o topo das paradas de sucesso no mundo depois de 7 anos.
“Você pode receber todos os prêmios do mundo,” diz ele, “mas se você não tem uma audiência para quem se apresentar, bem, você pode manter o seu premio na beirada da lareira, mas o que ele dá a você?” Todos os quatro, Sébastien continua, mantém os olhos no trabalho. “Nada é tido como garantido para sempre”. Nós temos muita sorte com a direção do nosso selo de gravação. É tudo um trabalho de equipe. Nós tivemos nossa cota justa de críticas durante anos, então foi incrível ter este sentimento noite passada, ser lembrado do que você conquistou. Mas a maior conquista é ver todos os fãs lá. E elas ainda estão “lá, depois de sete anos.”
Em comum com Urs, David e Carlos, a vida criativa de Sébastien antes do Il Divo foi uma de uma diversidade extraordinária – e assim permanece. Ele não poderia conceber, diz ele, de acomodar-se sobre seus louros ou limitar seus horizontes. “Como um artista, você jamais deve pensar, eu sei como faz isso, estou bem assim. Você deve se questionar sempre. Eu não digo para ficar discorrendo sobre isso de uma forma masoquista. Mas você tem que evoluir, e reconhecer suas fraquezas.”
Nos últimos 18 meses, a vida de Sébastien tem sido um enxame de atividades – mas então, é como sempre tem sido. Uma infância difícil em Paris ensinou-a a valorizar as coisas importantes na vida – família, amizade e realização. Esta atitude tem refletido num envolvimento de longo prazo arrecadando fundos para Assistance Medicale Toit de Monde, uma instituição que dá suporte a crianças carentes na Índia e Nepal. Não instruído como um músico, Sébastien aprendeu a tocar de ouvido, e agora é um talentoso e respeitado compositor, guitarrista e pianista. Antes do Il Divo, ele lançou um CD pop de sucesso, Libre, e uma das faixas Si Tu Savais chegou as paradas de sucesso na França. Ano passado ele até teve aulas de canto – veja o que ele disse sobre não acomodar-se sobre os louros – e atuação.
“Você vai para o Royal Albert Hall”, diz ele, “e vê todas aquelas pinturas e fotografias, dispondo cantores do século 18 até cantores como Rihana hoje, e você imagina que a música tem evoluído muito. E se você não lembra as tradições, as origens da música, você perde a riqueza. E é isso o que nós estamos tentando fazer com Il Divo, honrar aquelas tradições. Eu venho do lado pop, então eu fui resgatar o passado. Os outros são classicamente treinados, e eu autodidata, eu trabalho com meus instintos. Mas você precisa de ambos, então eu precisava reunir este conhecimento. Sem conhecimento você não pode evoluir.”
Algo levemente mais dramático do que cantar e ter aulas de atuação transformou a vida de Sébastien de cabeça para baixo: a paternidade.
Já um orgulhoso pai de gêmeos, ele agora tem um novo bebe, um menino, também. ” A vida mudou completamente para mim”, ri ele, “e é incrível. Eu sempre quis uma família, e eu me realizei, eu encontrei a pessoa que eu queria comigo. Eu tenho essas lindas crianças. Eu tenho uma família, eu viajo pelo mundo, eu tenho feito canções, colaborando com Darren Hayes do Savage Garden e com o letrista Don Black – e o Il Divo fez um belíssimo novo álbum. Então como eu não me sentiria afortunado? Eu não poderia pedir por mais.”
Quando chegou o momento de fazer o novo álbum, Sebastien diz, todos os quatro membros do Il Divo “se perguntaram, como podemos melhorar isso?” Foi o caso de tentar pensar no Il Divo como um novo projeto. Tem sido um grande investimento para todos nós, em termos de tempo, e paixão, e criatividade.
Nós somos os capitães deste barco e é nossa responsabilidade comandá-lo”. O ponto mais crucial continua ele, tem sido o tempo que foi nos foi reservado para fazer este álbum. “É muito fácil ser queimado; do jeito que a indústria da música trabalha, você pode passar toda sua vida fazendo turnês ou gravando o próximo álbum. Nós temos muita sorte neste campo com nosso selo; ele sabem que é necessário ter algum tempo acima de qualquer coisa, e recarregar nossas baterias.”
Recarregados, Sébastien está ansioso por partir. “Nós somos artistas apaixonados, e nós tentamos fazer uma excelente música por que isso é o que nós amamos”.
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É, e sempre tem sido tudo sobre as vozes, ou, a voz (dependendo de como você vê isso). A variação de cores que as quatro das nossas vozes tem estado num âmbito muito mais vasto do que uma única voz poderia conseguir sozinha.”
David Miller
Em conversa, o tenor americano David Miller discutirá alegremente sobre os componentes da tonalidade da voz humana ou mesmo as tendência subliminares no trabalho na grande ópera, assim como ele discutirá as razões do por que estar tão orgulhoso do novo álbum do Il Divo. Isto não sugere que ele é secamente muito analítico, pelo contrário. David tem um senso de humor real, e tira óbvio deleite em vívidas discussões verbais. E ele certamente permanece tão fascinado pelo poder da voz de manifestar emoção quanto quando ele se apresentou pela primeira vez, como um adolescente no Colorado cantando musical de teatro (onde ele a primeira vez se apaixonou pelo canto), ou quando ele estudava/analisava o âmbito harmônico das vozes clássicas durante seus cinco anos no Conservatório de Música de Oberlim em Ohio.
O poder comunicativo da voz expressada através da música do Il Divo, é apenas uma das razões, diz David, por que ele ainda está tão absorvido e entusiasmado pelo álbum do quarteto e performances ao vivo. “A voz humana tem um das maiores capacidades de expressão comparada a qualquer outro instrumento ressonante naturalmente conhecido”.
Comentar a respeito da força natural que o Il Divo representa quando suas quatro vozes se unem ou harmonizam em canções e David responderá citando pesquisas dentro do tom das estruturas de trabalho, coisa que ele empreendeu no Conservatório. Alguém pode ver que, quando uma nota é tocada, diz, “o trombone “; ele continua, “é ter cerca de quatro ou cinco tons secundários claros (quando analisamos a espectrografia harmônica). “A voz humana, por outro lado, tem literalmente centenas”. Esta vasta complexidade da voz humana, ele continua que dá a irresistível ressonância emocional. David é muito modesto para atribuir tal força ao Il Divo diretamente, mas suas fãs prontamente atestam felizes.
De Oberlim, David gastou a maior parte do tempo fazendo apresentações em produções de ópera pela América do Norte, América do Sul, Europa e Austrália. Alem do que , ele manteve a chama dos musicais de teatro acesa, de certo modo, por estrelar na produção de Baz Luhrman a peça La Boheme na Broadway.
Apesar do nível do seu treinamento técnico, David trabalha diligentemente para abster-se de cair na armadilha de julgar a música pelo gênero ou sucumbir a música purista. Para ele, a chave está em o que a música de qualquer tipo pode contribuir em termos de comunicação e emoção autêntica. E ele vê comunicação autêntica como a mais importante hoje em dia do que antes. “Nesses tempos de tecnologia e resultados instantâneos de acesso a informação, nossa extensão de atenção se torna cada vez mais curta e curta… ” diz ele, “…assim como a atenção mental mingua, nossos ‘músculos’ emocionais atrofiam.
As pessoas falam (verbalmente) menos e menos um com o outro agora, usando emails e SMS como seu meio preferido de comunicar… mas na comunicação virtual é freqüente a falta de emoção pessoal autêntica.
Il Divo virou as costas para esta corrente, diz ele. “Minha esperança é sempre que o público responda à nossa música simplesmente se conectando com suas próprias emoções ao invés de se distrair questionando o que se deve ou não chamar de música o que o Il Divo faz”. Esta categorização perdeu o rumo. ” Eu não chamaria o Il Divo de ópera. É uma fusão de muitos estilos, um hibrido”. Fusão, híbrido chame como chamar, é a combinação que tem ganhado muitos milhões de fãs.
Há uma fórmula mágica?
“Nunca é tão calculado como isso”. Diz David. “É , e sempre tem sido tudo sobre as vozes, ou, a voz (dependendo de como você vê isso). A variação de cores que as quatro das nossas vozes têm está num âmbito muito mais vasto do que uma única voz poderia conseguir sozinha. E nós trazemos nossos quatro palatos juntos e pintamos numa tela muito maior o que nenhum de nós poderia fazer por si.”
No novo álbum, Il Divo “usa técnicas clássicas certamente”. Diz David , “e nós definitivamente mudamos numa direção cinemática mais dramática, a qual se direciona para o clássico no sentido que os filmes são como óperas modernas hoje”.
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A experiência de fazê-lo (álbum) tem sido inacreditável… Você pode realmente ouvir a evolução, nós parecemos muito mais maduros, mas isto é porque mais do que nunca nós sabemos o que estamos fazendo.”
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Carlos Marin
Para o barítono espanhol Carlos Marin, há uma qualidade, acima das outras, que distingue o Il Divo. “Eu acho que mágica é que nós viemos de diferentes países e experiências – ópera, pop, musicais de teatro – que são variadas. E as pessoas que tentam nos imitar não tem isso. É isto que é único sobre o Il Divo. Colocar-nos juntos é como um coquetel Molotov – uma explosão vocal.”
No caso de Carlos, a variedade que ele trás ao Il Divo engloba ópera, pop, musical de teatro, atuação e produções de televisão e apresentação.
Apresentação está em seu sangue, diz ele.
A primeira vez que eu estive a frente de um grande número de pessoas foi na Alemanha, onde eu nasci, e eu tinha apenas seis anos, e me apresentei para 800 pessoas. E eu nunca mais parei desde lá”.
Carlos lançou dois álbuns antes de completar 10 anos, e antes de juntar-se ao Il Divo tornou-se uma estrela dos palcos e da televisão muito popular – fato este que somente reforça a impressão que aqui há um artista incomum que tudo que faz, o faz com o coração .
Tão dedicado, de fato, que longe do Il Divo, Carlos está também trabalhando numa nova produção de palco que ele descreve como “velha escola, com dançarinas, grandes números musicais, uma noite de trocas”, o qual ele estrelará com sua ex-esposa, a cantora e atriz Geraldine Larrosa. Para ele, não há nada de estranho em trabalhar com Geraldine. “Nós somos amigos, e sempre seremos”, diz ele. “E ela é tão talentosa, então porque eu não iria querer continuar trabalhando para colaborar com ela?”
Carlos traz a mesma visão clara e refrescante para o Il Divo, embora ele admita que ainda se encontra maravilhado com o sucesso conquistado pelo grupo. “É inacreditável”, ele ri e vai em frente dizendo que as vezes
…é como viver num sonho que se realiza. Eu vejo tudo como se fosse um filme. Eu me encontro ocasionalmente sentado e pensando. ‘wow, veja todas essas coisas que eu tenho feito’. E é fácil esquecer isso quando está acontecendo e acontecendo para você, você perde a perspectiva.”
No caso da velha escola, Carlos comporta-se e veste-se como uma estrela do passado, seu terno imaculado e conversa elegante de um cavalheiro. Ele se sente feliz descrito desta forma, vendo sua responsabilidade tanto como um artista do entretenimento como alguém que requer sempre parecer bem visualmente e fazer seu melhor. Para ele não é se auto-anular ou defender seus princípios como tanto outros artistas contemporâneos. “Isso não funciona”, diz Carlos, “é uma paixão”. Você sente que ele quer dizer : por que eu deveria me incomodar com meias medidas? É tudo ou nada.
Não há meio termo.
Discutindo o novo álbum do Il Divo, Carlos se entusiasma: “A experiência de fazê-lo tem sido inacreditável. Nós estivemos ouvindo pela primeira vez a gravação na íntegra nesta manhã, e você pode realmente ouvir uma evolução. Nós parecemos muito mais maduros, mas mais do que nunca é porque nós sabemos o que estamos fazendo. Nós estivemos fazendo isso por um longo tempo. E esta conexão entre nós, o jeito desta combinação produz mágica, e é mais forte do que nunca.”
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Maravilhoso!!!!!é, penso que realmente nós esperávamos dêles..e certamente será cada vez mais.Obrigada Sr. por tudo isto sensacional !!!!!!!!!
Chérie,
Excelente a sua idéia de publicar por capítulos, pois o trabalho é longo, o pessoal vai curtir mais! Beijos
Lindíssimo Urs, como ele é extremamente paciente, metódico, estudioso e principalmente, sabe de tudo que precisa para ser feliz. Comprar uma casa antiga, no meio do nada, restaurá-la (trabalho difícil,demorado), mas extremamente gratificante, onde ele pretende descansar. Gente, este homem é um sonho!
AH!!!! Quantas novidades! Como é lindo, inteligente, envolvente, simples o “meu” URSinho!!! Já era de se esperar por um trabalho como este, onde tudo deve ter sido feito cuidadosamente, com muito carinho, empenho e dedicação dos Divos tão queridos, tão talentosos, tão maravilhosos, que amamos tanto!!!
Adoro área rural, campos, montanhas… e um homem como você, URS!!!
Lizzie, grazie,grazie,grazie!!!
BOM VINDO DO URS QUE É UM DIVO POLITICAMENTE CORRETO, EU NÃO VEJO NENHUMA NOVIDADE, COM EXCESSÃO DE QUE ELE ANDA FALANDO BASTANTE, ESTA MAIS EXTROVERTIDO, MENOS TIMIDO,
MAS EU GOSTARIA MUITO DE SABER O QUE VAI ACONTECER DIA 18
MERCI REGINA E CHÉRRIE PELAS INFORMAÇÕES, BISES IN YOUR HEARTS
O que dizer mais????
Primeiramente agradecer a você Lizzie e a Regina, que tanto nos ajudam a ficar “antenadas” e saber praticamente o dia-a-dia de quem tanto amamos.
Segundo, saber que eles se aprimoram, curtem e gostam e muito do que fazem (para quem???) para NÓS!!!!!!!
Meninas…..de coração…. MEU MUITÍSSIMO OBRIGADA!
bjs
Regina
Realmente magnífico! Cada coisa que vamos conhecendo mais sobre as vidas dos Divos, seus trabalhos, nos fascinam ainda mais. Parabéns pelo trabalho!
Só tenho a agradecer por esse trabalho incrível que voces , Liz e Re fazem para nos manter tão bem informadas a respeito dos nossos amados Divos!!
Quanto a Urs……aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii que Divo maravilhoso!!!
bjos e bom fim de semana a todas as divas
sou absolutamente agradecida aos ceus, ao Universo,a todo, os DIVINOS ,as queridas q nos alimentam….penso q até o final deste ano estou com toda tranquilidade e equilíbrio..muito obrigada!!!
Sebastien merece tudo que tem e terá, pois é uma pessoa muito meiga e tem filhos lindos, gostaria de ver o bebê, deve ser lindo também. Parabens a voces duas por nos darem a alegria de saber mais sobre estes grandes artistas.
Sebastien é de uma sensibilidade incrível. Não só é lindo, como é uma pessoa excepcional. Parabéns!
Oh my God! Os gemeos do Sebastien, que lindos, fofos, parecem com o papai!
O Sebastién é uma pessoa maravilhosa, lindo, talentoso, sensível…Um grande lutador digno de receber o carinho de todo seu público!
Adorei a matéria! Parabéns!
Lizzie e Regina,
nosso constante carinho e agradecimento a tão dedicada “dupla”!
É impossível não sonhar com a citada casa no campo, montanhas e um maravilhoso tenor suíço …
Abraços a todas as “Divas”
Lizzie, Regina
Mais uma vez obrigada por tanta dedicação em deixar-nos informadas!
Os bebês do Sebastien são lindos!!!
Bjos
Saudações IL DIvescas!
Seu blog continua o máximo!!!
Passei pra desejar uma boa semana e deixar um Bjãoooooooo.
David, com seu talento maravilhoso, contagia a todos com sua simpatia! Que esses quatro continuem sempre harmoniosamente juntos para nossos sonhos e divulgação de um trabalho tão belíssimo!
O David é maravilhoso! Simpático, inteligente, lindo e talentoso! Essas quatro vozes unidas nos fazem sonhar…
Ótimas as matérias. A gente vai conhecendo um pouco mais de cada um dos magníficos Divos! Parabéns!
David é inteligente e talentoso, como se expressa bem! E ele fala sobre o estilo hibrido de musica que Il Divo faz, nao importa realmente em que estilo estao classificados. Hoje em dia tudo mudou, é um conjunto de estilos, é boa música e pronto. Quem gosta de purismo na música está atrasado no tempo.
Basta ver os ritmos pop/rock/romantico/reggae/lirico/classico, tudo se mistura.
E sabemos bem quando gostamos de boa música! David é demais! Adorei o post Lizzie e Regina, muito obrigada!
Lizzie, eu não sou exatamente aquela fã ativa, sou aquela fã que não atua muito, mas não esquece jamais seus ídolos. Mais uma vez obrigada por compartilhar c/ as “Divas” sempre mais e mais sobre “Il Divo”. Uma pergunta: O Brasil está entre os países da turnê 2012?
Bjs da colega jornalista!
[...] Il Divo – Wicked Game World Tour [...]
Obrigada Lizzie e Renata. Sempre é muito bom conhecer um pouco mais do maravilhoso, apaixonante Carlos Marin, podemos ver a “paixão” em cada uma de suas aparições, ele é inacreditável, surpreendente, inovidável, vê-lo é ama-lo.
Emi
Cada Divo se expressou sobre o que representa esse grupo musical para cada um deles,fazendo uma análise do seu trabalho.Muito interessante os
diversos pontos de vista,porém Carlos,com seu irresistível charme latino,
sintetizou:”esta conexão entre nós produz mágica,e é mais forte do que nunca”.Eu sinto isso quando os assisto.A emoção que eles provocam em nós
é intensa e eu a-do-ro !!!!!
Carlos é magnífico, seu talento e charme natos encantam cada vez mais! Il Divo é uma soma de talentos distintos que se completam!
Elegante e másculo Carlos Marin, concordo com com Daniela e Emi, Il Divo é uma soma de talentos diversos, como o Carlos diz, um coquetel de vozes encantadoras e que nós achamos tao charmosos. Eles vieram de várias escolas musicais, paises diferentes, culturas diversas e que juntos nos encantam totalmente.
[...] Il Divo – Wicked Game World Tour [...]
[...] Il Divo – Wicked Game World Tour [...]
vocês realmente são inconfundiveis. Naturalidade, paixão, entrega e muita música.beijinhos Cristina
Eutambém toquei 7 anos clarinete e cantei 12 anos num grupo coral clássio, como soprano, tive aulas de canto, solfejo e sei como tudo funciona. Se não tivermos aquele bichinho que sentimos pela música, enão esqueçam. 1º ter voz, 2º gostar de música 3º e tudo acontece.A voz todos temos, mas temos de educá-la. Lá estão as aulas de canto para nos ajudarem a sermos os próprios instrumentos.Querem melhor instrumento que a nossa voz?beijinhos Continuem sempre assim.Je vous aime. cristina
Também agradeço a quem faz esse blog, sem ele não teria tanta informação dos divos queridos, não escondo o meu preferido que Urs Buhler, Urssssssssss…amo d+ eles, não passo um dia sequer sem ouvi-los, bjos
amei Li!!!!! eles são demais mesmo!!!!