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Os meninos estão se divertindo muito em Montreal e o Dave posta tudo pra gente no Twitter!

Além das matérias e entrevistas traduzidas pela Re lá no Facebook (CLIQUE AQUI PARA CONFERIR), olhem essas fotos:

Olá queridos leitores e leitoras do Liberté!

 

Depois de muito tempo sem publicar por aqui, estou de volta como autora convidada do blog. É sempre um prazer imenso deixar algum post aqui para vocês, ainda mais se tratando de um blog de tamanha reputação como é o Liberté da nossa querida Sílvia Simões |Lizzie|. Obrigada mais uma vez pelo espaço, chérie! :)

 

Deixando um pouco de lado o discurso de reencontro ahhh gente, é que é muita felicidade, vim aqui ensinar para vocês uma receita suuuuper fácil, simples e que fica uma delícia que é o Bolo de Caneca.

 

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Eu não conhecia esse tipo de bolo e foi minha irmã que me falou sobre, depois de ter feito a receita na festa do pijama da escolinha de minha sobrinha. Aproveitando, uma dica para as mamães de plantão: Por se tratar de uma receita fácil e que não é necessário mexer com fogo, coloquem seus filhotes para botar a mão na massa literalmente! Eles com certeza irão adorar poder fazer o seu próprio bolinho! :)

 

Então vamos aos ingredientes!

 

Dentro de uma caneca de louça com alça (de no mínimo 300ml), coloque:

 

- 4 colheres de sopa de farinha de trigo

- 4 colheres de sopa de açúcar refinado

- 3 colheres de sopa de chocolate em pó

- 3 colheres de sopa de leite

- 2 colheres de sopa de óleo

- 1 ovo pequeno

- 1 pitada de fermento (tem que ser bem pouco mesmo, porque ele cresce bastante)

- 1 colher de chá de essência de baunilha (para não deixar com cheirinho e gosto de ovo)

 

Mexa tudo muito bem até formar uma massa bem homogênea. Em seguida, leve ao forno microondas por 3 minutos et voilà, seu bolo está pronto! Simples, não é? No começo eu não acreditava que a receita realmente funcionava, mas depois de fazer eu vi que ele fica PERFEITO! :)

 

Esse bolo de chocolate fica delicioso se acompanhado de uma cobertura super simples:

 

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Dentro de uma panela pequena, coloque 1/2 lata de leite condensado, 2 colheres de sopa de chocolate em pó, 1 colher de sopa de margarina e misture em fogo alto até criar consistência. Desligue o fogo, acrescente 1/4 da lata de creme de leite, misture bem e pronto, você já pode cobrir o seu Bolo de Caneca.

 

O Bolo de Caneca pode ser feito também com massa salgada. É só tirar os ingredientes doces, acrescentar mais uma colher de farinha (5 colheres no total), uma pitada de fermento e temperar a seu gosto (pode-se utilizar sal, temperos prontos, seleta de legumes, pedacinhos de linguiça, calabresa, salame, queijos, enfim, tudo o que você quiser). Coloque orégano no topo e ficará uma delícia!

 

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Bom pessoal, é o que tem pra hoje, hahaha! Só de pensar que com esse bolo não será preciso sujar batedeira, tigelas, copos, talheres, assadeira e nem esperar 40 minutos para assar e mais uma hora para esfriar, já é motivo suficiente para correr fazer, rsrs.

Quando vocês fizerem, por favor, passem aqui do blog para deixar o seu feedback.

 

Um beijo para todos e uma ótima semana! ;)

 

Tamy

Gente, MUITO BOA essa entrevista! Dá detalhes sobre o processo de produção do último CD, da carreira antes do Il Divo e fala sobre críticas sobre a música dos meninos. Só respostas de impacto de notre chéri prince Sébastien Izambard! Confiram:

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ENTREVISTA SÉBASTIEN IZAMBARD
LA PRESSE
AUTOR: Alain Repentigny
TRADUÇÃO: Sílvia Simões |Lizzie|

Para Sébastien Izambard, “o desafio é perdurar”

Sébastien Izambard, o francês do Il Divo, está de passagem em sua casa, em Londres, alguns dias antes de partir para Montreal, onde sua pequena família se instalará durante a turnê canadense do quarteto de cantores e sua orquestra de 40 músicos. Algumas horas antes de tomar chá com a rainha Elisabeth II, ele respondeu algumas questões de La Presse.

ALAIN: No seu último álbum, Wicked Game, vocês traduziram a maior parte das canções para italiano. Mas “Don’t Cry For Me Argentina”, do musical Evita, vocês cantaram em inglês. Por quê?

SÉBASTIEN: É muito simples. Quando temos uma canção, tentamos em inglês, em espanhol, em italiano e guardamos o que funcionou melhor. Às vezes, quando cantamos em inglês, dizemos ‘Mickey Mouse, isso não está funcionando’.

ALAIN: No início, esplendoroso, se falava muito de Simon Cowell, que os descobriu. Vocês saíram da sombra do famoso empresário britânico?

SÉBASTIEN: Falamos sempre de Simon, porque ele nos abriu as portas. Ele levou dois anos para nos encontrar, quando nós todos tínhamos carreiras solos, eu era o único dos quatro a fazer pop. Ele nos propôs seu projeto e alguns entre nós ainda não estavam convencidos. Tentamos e ele nos permitiu fazer transmissões de TV às quais não teríamos acesso. Simon tem um instinto muito forte, ele chega a sentir o que as pessoas têm desejo de ouvir. Eu cruzei com seu grupo “One Direction” num estúdio, eles são adoráveis. Mas o desafio é resistir. Ao final de nove anos, nosso sucesso não depende mais de Simon Cowell, do nosso figurino ou de sermos bonitos ou não. É realmente a profissão que temos e o amor pela música.

ALAIN: Hoje são vocês que escolhem seu repertório?

SÉBASTIEN: Para o palco, isso depende de nós quatro, porque somos produtores de espetáculos. Juntamos às vezes canções que não estão nos álbuns. Mas para o disco, temos uma lista de músicas e Simon tem a sua própria. Por exemplo, Crying, de Roy Orbison, era ideia de minha esposa que a escutou no episódio final de Prison Break. Eu joguei essa música para David, Carlos e Urs, depois nós fizemos Simon escutá-la e ele a achou ótima. De outro lado, foi Simon quem sugeriu fazer Wicked Game, de Chris Isaak. Eu disse “Não é possível, é uma música enorme, uma música pop, vamos ser piada”. Mas em estúdio foi incrível. De fato, essa música nos deu a direção do álbum.

ALAIN: O que você fazia como músico pop antes do Il Divo?

SÉBASTIEN: Escrevia minhas músicas e lancei um álbum pela EMI. Estava, aliás, vindo fazer a promoção em Montreal, onde fiz meu segundo clipe. Mais tarde, propuseram fazer o musical Le Petit Prince, com Richard Cocciante. Fiz “le businessman” ao lado de Daniel Lavoie. Foi realmente uma belíssima experiência no Casino de Paris.

ALAIN: O que vocês respondem àqueles que dizem que vocês encontraram uma mina de ouro, uma receita, que vocês funcionam sempre da mesma maneira?

SÉBASTIEN: Não grande coisa. Trata-se de gente invejosa do nosso sucesso. Há muita gente que nos diz que nossa música as ajudou a atravessar momentos difíceis. Eu vejo as pessoas nos nossos shows que realmente têm prazer e isso é o que conta para mim.

***

ENTREVISTA COM IL DIVO (Urs Bühler)

Por : Sean Chin
Entrevista a Sarah Rix
11 de Maio de 2012
Tradução: Regina Vieira

Dezoito de maio marca o retorno dos astros da música pop ópera Il Divo às nossas terras. Em turnê com seu novo álbum Wicked Game, com 12 datas marcadas no Canadá, e muito mais através do mundo, os vocalistas poderosos estão com a agenda bem ocupada. Simon Cowell, um nome frequentemente associado com programas de reality show na TV, formou o quarteto em 2004 depois de uma procura global por talentos vocais masculinos.

Composto pelo cantor pop Francês Sébastien Izambard, o barítono espanhol Carlos Marin, o tenor Suiço Urs Bühler e o tenor Americano David Miller, Il Divo lançou 7 álbuns, vendendo mais de 25 milhões de cópias.

Live in Limbo conseguiu falar com Urs Bühler por telefone. Ele e o grupo acabaram de se encontrar com a rainha para um chá (literalmente). Embora não foi a primeira vez que eles encontram a soberana Inglesa, a oportunidade foi incontestavelmente um grande momento para a banda. Il Divo está também programado para o concerto do Jubileu de Diamante da Rainha neste final de semana. Depois de uma parada em Windsor, Ontário, eles cantam no Air Canada Centre de Toronto em 19 de Maio.

Sarah Rix (SR): Olá Urs, como vai você?

Urs Bühler (UB): Eu estou bem, obrigado. E você?

SR: Bem! Eu entendo que você acabou de encontrar a Rainha.

UB: Sim! Nós acabamos de voltar de lá.

SR: Como foi?

UB: Foi inacreditável. Antes de mais nada, eu nunca estive no castelo de Windsor. Você entra pelo pátio e é tão imenso e tão bonito. Eu de qualquer modo adoro aquele tipo de construção antiga. O que eu vi foi uma entrada com uma escadaria e então uma grande, grande, grande sala de banquete e então uma outra sala privada. A opulência disso é simplesmente inacreditável. Então você fica lá. Havia um número razoável de pessoas. Havia um grande especial de televisão sendo filmado para as celebrações de domingo a noite, onde nós somos um dos poucos artistas musicais que se apresentarão. Uma porção de outros artistas daquela noite e os times organizadores foram convidados também.

Nós todos conseguimos encontrar a Rainha, dizer alguns poucas palavras e tomar uma xícara de chá e um scone. Foi adorável, foi bonito. É uma experiência muito, muito rara , tomar parte daquilo. Nós nós encontramos antes no Royal Variety Show, mas é apenas realeza. Puxa. Você não encontra a realeza todos os dias.

SR: Não, eu creio que não. E você virá do Castelo de Windsor para Windsor em Ontário, o que é bem engraçado.

UB: Exatamente. Brilhante. É o show de abertura para nós também.

SR: É uma turnê de 12 paradas no Canadá. O que você gosta a respeito da audiência Canadense?

UB: Primeiramente, há uma porção de mulheres bonitas no Canadá. Eu não estou autorizado a falar disso normalmente – normalmente é o Carlos quem diz isso. Adoro isso (Risos). Segundo, é fantástico. A audiência Canadense sempre foi um dos terrritórios que mais nos apreciaram, desde que nós começamos, desde o princípio de tudo. Eles realmente abraçam nossa música e tornaram possível nós chegarmos onde nós estamos hoje. Nós estamos aguardando muito por isso. E nós estamos muito ansiosos desta vez por cantarmos em cidades como Windsor, Moncton e Saint John, nas quais nós nunca cantamos antes no Canadá. É uma coisa, muito, muito excitante para nós.

SR: E eu tenho certeza que as platéias estarão ansiosas também. Vocês estarão trazendo uma orquestra completa?

UB: Sim, pela primeira vez nós temos uma orquestra de 35 partse conosco no palco. Especialmente para os três cantores classicamente treinados – David, Carlos e eu – é maravilhoso. No mundo clássico nós estamos acostumados a ter uma orquestra completa com um som rico logo atrás de nós, carregando-nos através das canções. Agora nós conseguimos isso no palco, então é maravilhoso. Eu adoro. Eu amo fazer música, eu amo fazer música com outros músicos. Quanto mais melhor.

SR: Certamente, e eu achei interessante ler sobre sua experiência passada. Você costumava tocar numa banda de heavy metal. Você sente falta disso?

UB: Você sabe, não era realmente heavy metal, o que fazíamos. Era um tipo de rock melódico. Mas eu realmente amo heavy metal. Eu principalmente adoro uma guitarra elétrica, mas eu também amo a batéria do heavy metal. É muito complexo, muito complicado. Há um padrão incrivelmente alto. Eu realmente ouço todo o tipo de música. Uma porção de ópera, obviamente, mas então meu próximo gênero – provavelmente meu gênero especialmente preferido – é heavy metal.

SR: É estranho ouvir isso.

UB: Para mim, especialmente se você ouve heavy metal, não como uma gritaria num metal morto, mas pessoas que ainda verdadeiramente cantam, é chegar realmente muito perto de um tenor clássico que se solta quando atinge àquelas notas mais altas. É por isso que eu de alguma maneira acho que não estão muito longe um do outro como você pode pensar.

SR: Eu acho que sim! Agora no Canadá, você também tem Nikki Yanofsky fazendo a abertura para alguns dos shows.

UB: Eu acho que ela fara a abertura para todos eles.

SR: Você é um fã?

UB: Você sabe de uma coisa, eu de verdade não sei muito sobre ela. Eu estou esperando muito encontrá-la . Nós temos estado muito ocupados com todos os outros países. Eu estive em casa praticamente por dois dias, e nós estamos praticamente continuando outra parte da turnê de 3 meses. Eu vou encontrá-la e eu certamente a ouvirei a primeira vez que ela estiver se apresentando.

É sempre bom conhecer novas pessoas e novos artistas. Hoje também, no chá com a rainha, nós encontramos algumas pessoas. Provavelmente pessoas que nós conhecemos de cinco, seis, sete anos atrás, que nós não vimos nesse meio tempo. É sempre bom ver o que elas estão fazendo. É maravilhoso desenvolver amigos assim em volta do mundo. É muito excitante.

SR: Eu tenho que perguntar sobre o estilo Il Divo, porque é uma outra parte muito importante da banda. Então aqui está a minha dura questão: Você cortou o cabelo! O que o fez tomar esta decisão?

UB: Eu gosto de ter cabelo comprido. É muita discussão (risos). Não para mim em casa, mas tem que parecer bom no palco. Eu tenho cabelo ondulado. O que nós fazíamos no passado era alizá-lo. Leva muito tempo. Eu comecei a ficar entediado com aquilo. Eu só queria meu cabelo feito conforme a textura natural que atualmente cresce na minha cabeça. Faz o trabalho ficar muito mais fácil.

Nós mesmo estamos fazendo isso estes dias, quando nós estamos fora em turnê. Nós não temos mais um estilista de cabelo ou maquiador conosco mais. Isso economiza um bocado de tempo e discussão no local do show. Da outra forma você tinha que estar no local tipo quatro horas antes para ter o cabelo e maquiagem de todos feita. Tudo é muito mais calmo desse jeito. Este é um penteado que eu acho que posso controlar e sair ileso. O que eu tinha antes, eu não poderia fazer eu mesmo. Eu apenas senti que precisa de uma mudança agora e de novo.

SR: E as fãs parecem ter gostado?

UB: É realmente engraçado. Apenas recentemente nós tivemos uma mulher que veio se queixando no G&M antes do show. Ela não disse nada mas: “Olá Urs, Eu não gosto do seu cabelo!” (risos). Isso apenas me fez rir! Isto é as pessoas obviamente têm opiniões sobre isso.”Oh , ótimo eu adoro seu cabelo!”, ou “Eu preferia do outro jeito.” Todo mundo tem o direito de fazer isso. Nós iremos fazer esta turnê deste jeito e a próxima turnê provavelmente estará longo novamente. Talvez longo e ondulado, eu não sei! Eu apenas gosto de fazer o que tenho vontade.

Eu penso que nós estamos num estágio, com a banda e do jeito que nós somos conhecidos e tudo o mais, onde nós podemos nos permitir um pouco mais de liberdade que quando você tem que fazer um álbum rápido e então precisar parecer exatamente como todas as vezes que você aparece em público. Assim dá até para respirar também.

SR: Você deve dar muitas entrevistas. Eu me pergunto se há alguma pergunta que você se surpreende de nunca terem te perguntado?

UB: Aquilo que eu nunca fui questionado? Oh puxa (pausa). Oh! (risos). Aquela pergunta. Está é uma pergunta que eu nunca fui perguntando por exemplo. Puxa, eu sinto muito. Há centenas de coisas das quais eu nunca fui questionado! Eu não posso realmente pensar nelas.

SR: Eu posso apenas imaginas quantas entrevistas vocês rapazes devem conceder.

UB: Nós realmente somos perguntados bastante sobre as mesmas questões, obviamente. Nós ficamos entediados de certaz questões, como você pode imaginar. Imagine você, quando chegar o momento em que as pessoas não nos perguntarem mais nada, então nós já éramos, então nós estaremos mortos, então nos falhamos. Então qualquer pergunta, eu ainda fico feliz de responder.

É muito doce também quando nós encontramos pessoas em aeroportos. Eles sempre fazem perguntas. Eles frequentemente perguntam as mesmas questões que os jornalistas! E toda vez você dá apenas as respostas. Você não pode ser esnobe sobre isso. Isso é realmente o que nós fazemos. Nós nos colocamos aos olhos do público. Você tem abraçar isso na totalidade.

SR: Ok, mas há uma questão que você desejaria que nunca lhe perguntassem novamente?

UB: Uh, apenas em geral, eu realmente não gosto de ser perguntado sobre minha vida pessoal, sobre relacionamentos e coisas deste tipo. Se você começar a se expor ao público em geral, rapidamente vira uma confusão. Nós experimentamos isso na banda. É por isso que eu me mantenho fora das midias sociais. Eu não tuito, eu não tenho facebook e todas essas coisas. Eu fico feliz de falar com qualquer um que eu encontre em algum lugar na rua, mas há uma certa privacidade que eu quero manter para mim mesmo e para minha família e para as pessoas que amo. Isso não precisa estar no radar de todo mundo. Eu acho que isso é saudável. Eu penso que você precisa deste lado da sua vida

SR: Definitivamente. Há alguma coisa mais que você possa dizer? A não ser isso, parabéns por tudo!

UB: Muito obrigado. Como eu disse antes, nós estamos muito ansiosos de chegar ao Canada. É sempre uma grande e incentivadora audiência para nós. Nós especialmente estamos ansiosos para chegar nestas novas cidades que nós nunca visitamos antes. Esperemos que nós todos tenhamos tempo para ver alguma coisa destas cidades. Nós esperamos que muitas pessoas possam vir para nosso concerto e apreciar uma grande noite de belas músicas conosco.

SR: Ótimo. Muito obrigada!

UB: Obrigado, foi um prazer falar com você.

Era começo de maio. Lá estavam eu e mais 70 pessoas caindo da cama de madrugada num domingo, cuidando do visual, pegando as partituras para encarar um caminho frio e chuvoso até o Jardim Botânico de Jundiaí. Todos tínhamos uma missão em comum: executar o hino da Liga dos Campeões 2012, a convite do canal de TV ESPN.

Foram horas de espera, aquecimento vocal, bate papo, fome, frio e expectativa. A gravação em si durou alguns minutos e a primeira impressão de quem estava ali, no meio de tudo, já foi ótima. Mas com a veiculação do vídeo hoje na TV, nossa, fiquei encantada com o resultado. Venho trazê-lo para vocês!

     

O convite partiu do canal de TV para  a orquestra de violas, sob regência de Daniel Franciscão,  que convidou o coro para compor o clipe. Quando a Cláudia Queiroz, nossa regente (Canto Vivo), propôs a ideia, todos aceitamos prontamente. Além da música ser linda e cantada em três idiomas perfeitos (inglês, francês e alemão), seria nossa primeira vez com os violeiros e uma participação digna de honra no cenário do esporte internacional, né?

Para quem nunca viu o coro se apresentar, uma ótima oportunidade! Espero que gostem!! Ah, tem uma pequena entrevista antes, bem legal também!

LETRA – HINO UEFA CHAMPIONS LEAGUE

Ce sont les meilleures équipes
Sie sind die allerbesten Mannschaften
The main event!
Die Meister Die Besten
Les grandes Équipes
The Champions!

Une grande réunion
Eine große sportliche Veranstaltung
The main event!

Ils sont les meilleurs
Sie sind die Besten
These are the champions!
Die Meister Die Besten
Les grandes Équipes
The Champions!

Die Meister Die Besten
Les grandes Équipes
The Champions!

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Mais informações:

CIA. CANTO VIVO – site oficial

ORQUESTRA DE VIOLAS TERRA DA UVA – blog oficial

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Delicioso é uma das muitas palavras que posso usar para descrever o musical “Um Violinista no Telhado”, em cartaz no Teatro Alfa, em São Paulo. Fui assistir ao espetáculo há duas semanas, na companhia muito especial do Canto Vivo e ADOREI!

Nosso objetivo maior era prestigiar o primeiro Gavroche da montagem cantovivense de “Os Miseráveis”, que estreou dezembro passado. Profissional da área de teatro musical, Pier Marchi nos deixou logo após a estreia, para assumir um papel no Violinista. Uma perda enorme, mas por uma boa causa, que nos orgulha muito!

A história do musical em si, personagens adoráveis, vozes incríveis, interpretações irretocáveis, canções que grudam na nossa mente “TRADIÇÃÃÃÃÃOOOO”, hahaha! Tudo ótimo! Duas horas DELICIOSAS dentro do teatro. Assistiria muitas outras vezes!

Naturalmente, o que mais me chamou a atenção mesmo foi José Mayer como ator/cantor de musical, no papel principal. Cheguei à conclusão de que prefiro mil vezes sua perfomance sobre o palco que nas telas. Até porque assistir musicais é bem mais legal que novelas, né? Hahaha! Soraya Ravenle também me deixou de boca aberta… meu Deus, como canta! Desperdício atuarem na TV, de verdade!

Algumas informações sobre o espetáculo, retiradas do site Ingresso Rápido:

Pai de cinco filhas, o rústico Tevye é o leiteiro de um vilarejo judeu encravado na Rússia Czarista. Sempre em conflito para sobreviver e honrar as tradições religiosas, ele enfrenta problemas tanto dentro – as filhas se rebelam contra os casamentos arranjados – quanto fora de casa, em uma época que ataques russos (os chamados pogroms) expulsariam milhões de judeus da região.

Baseado nos tradicionais contos judaicos de Sholom Aleichem, ‘Um Violinista no Telhado’ estreou na Broadway em 1964, com música de Jerry Bock e Sheldon Harnick e uma celebrada coreografia de Jerome Robbins. Tornou-se imediatamente um clássico, sendo o primeiro musical da história do teatro americano a ficar em cartaz por mais de sete anos. Quase meio século depois, o musical ganhou nova versão brasileira, em cartaz a partir de  desde 8 de março, no Teatro Alfa, depois de uma bem-sucedida temporada carioca.

Recomendo muito que assistam a “Um Violinista no Telhado”! E que venham novos trabalhos lindos e importantes como esse ao talentoso Pier, nosso querido Gavroche!

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SERVIÇO

Musical: “Um Violinista no Telhado”
Um espetáculo de Charles Möeller e Cláudio Botelho
Onde: em cartaz no Teatro Alfa, SP
Ingressos: de R$ 63 a R$ 167
Horários: Quintas, às 21h. Sextas, às 21h30. Sábados, às 17h e 21h. Domingos, às 17h.
Onde comprar: Ingresso Rápido
Site oficial do espetáculo AQUI 

Oi, gente! Que saudade de vocês!

Estou meio ausente aqui no blog desde o começo do ano e desde então tantas coisas aconteceram…

Kellynha, Lucas, Nirda, eu e Nei, no palco, antes da apresentação

Em março, estive sobre o palco novamente com o musical Os Miseráveis, pela Cia. Canto Vivo. Ainda nesse mês, minha irmã mais nova, a Silmara, se casou.  Sinto TANTA falta dela, embora esteja morando aqui pertinho… =/

Linda, né? O casamento foi realizado em 24 de março

Em abril, propus um projeto novo de Iniciação Científica na faculdade, sobre operações estabelecedoras. A resposta ainda não saiu, mas estou na expectativa, correndo com outras coisas por fora.

Nós, do Núcleo de Ações Sociais e Empresariais, sob supervisão de Guga Menga, no saguão da Sala Glória Rocha em 1º de abril passado – estreia!

Tivemos o “lançamento” daquele grupo de Psicologia Social numa peça de teatro, foi muito legal! Mesmo! Agora precisamos de um tempinho para elaborar nossos primeiros cursos e ações. *-*

Eu e o buquê que ganhei das minhas amigas loucas na faculdade – com direito a festinha surpresa e tudo! Hahaha!

Também completei 29 anos rodeada de muito carinho de todos e vivi muitas experiências realmente estranhas na minha vida pessoal. Há pessoas especiais, fascinantes e amáveis no mundo. Mas também existe muita gente cretina.

Canto Vivo no dia da gravação no Jardim Botânico – o hino é lindo e a união das vozes com a orquestra de violas ficou show!

Ainda em abril, participei da gravação de um clipe musical para o canal ESPN, com o coro. Gravamos o hino da Liga dos Campeões com a Orquestra de Violas Terra da Uva, de Jundiaí. Foi lindo, gente!
E em junho, teremos concerto de músicas brasileiras. Depois quero fazer um post para vocês conhecerem o que teremos de repertório. *-*

Ah, é claro! Agora tenho uma cliente/paciente na Clínica de Psicologia Aplicada da minha faculdade. Atendo uma vez por semana, em terapia. Estou ADORANDO!!

Sinto muita falta de compartilhar coisas aqui com vocês. Graças à Regina, as notícias sobre Il Divo não ficam para trás, sempre que posso edito aqui e, quando falto, ela publica no FB e assim vocês vão ficando por dentro das coisas. Quem não tem perfil lá também pode ver tudo, ok? Basta clicar no ícone da página aqui no menu ao lado. :D

Mozart l’Opéra Rock \O/

Bom, por hora é só e espero voltar em breve com novidades! Gostaria de compartilhar com vocês a seguir as músicas que têm feito minha cabeça nos últimos tempos. Volto depois!

Beijos*

Liz*

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